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Aberta temporada de piscinas no hemisfério norte!


A temporada piscina chegou no hemisfério norte. Nos Estados Unidos, para dar as boas vindas aos banhistas, o blog Healthy Pools entrevistou a microbiologista Joan Rose, Ph.D., da Michigan State University, e identificou quatro mitos da piscina que Rose garante que vale a pena corrigir: 

1: “O cheiro de químicos ao redor da piscina é um lembrete de que o cloro está presente na água para matar os germes.”

2: “Cloro na água da piscina torna o seu cabelo verde.”

3: “A água da piscina é desinfectada, então está tudo bem se os meu filho engolir um pouco.”

4: “Cabe apenas aos químicos e técnicos de tratamento manter piscinas saudável.”

O blog destaca que uma piscina saudável não tem odor químico forte – ela deve ser inodora. Além disso, não é o cloro, mas os metais como o cobre, utilizado para controlar algas ou o lodo em encanamentos, que deixa o cabelo verde. Beber a água da piscina não é recomendado, e os pais devem ensinar seus filhos a evitar, para prevenir doenças transmissíveis pela água como infecções intestinais. E, finalmente, todos os banhistas são responsáveis por manter a piscina limpa adotando bons hábitos de higiene.

Se você entende inglês, confira as informações no blog Healthy Pools.

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Bom exemplo…


Residência dos Governadores - Construída entre os anos de 1939 e 1941, no Governo do Interventor Júlio Müller. Foi a primeira construção da “Obras Oficiaes” do Governo Vargas. Getúlio Vargas foi o primeiro hóspede ilustre da casa. Durante 45 anos a residência abrigou 14 dirigentes do Estado de Mato Grosso e seus familiares, sendo desativada como residência oficial em 1986.

A piscina localizada no pátio da Antiga Residência dos Governadores, hoje sede da MT Fomento, recebe cuidados periódicos com relação à limpeza e higienização para evitar qualquer incidência de larvas de mosquitos causadores da dengue.

“A piscina é de concreto e não de azulejo, por isso se tem uma impressão ao registrar uma foto de tão longe. O espaço é aberto ao público, não há problemas em chegar bem próximo para realizar um trabalho mais apurado. Deveriam ir ao local e verificar”, sugeriu Arcleidy Dias Pereira, presidente da MT Fomento.

Além da estrutura de concreto, a piscina é ornamentada com pedras originais, tombada pelo Patrimônio Público e fiscalizada pela equipe de Agente de Saúde Sanitária da Prefeitura Municipal de Cuiabá, podendo ser aplicado produtos químicos com tranquilidade e utilizar todos os equipamentos disponíveis para tratamento de piscinas.

“A pedra é escura, mas a água é limpa e permanece com cloro. Todos os procedimentos contratuais relativos à limpeza são feitos, a água é aspirada. Tem inclusive um pessoal da fiscalização que são muito rigorosos, existe um fiscal do contrato”, certificou Rita Terezinha Kuhn, proprietária da empresa Sulamérica Serviços, responsável pela higienização e limpeza da piscina da MT Fomento.

(trecho de matéria veiculada pelo jornal O Documento – MT)

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Piscina da casa de praia não pode ser esquecida!


Se você tem uma bela casa na praia, com piscina e tudo, mas não vai muito pra lá no inverno, lembre-se: a piscina precisa continuar sendo tratada. A maioria dos proprietários evita esvaziar as piscinas, pois isso pode estragar os azulejos. Não há problemas em deixá-la cheia, mas a água deve ser tratada periodicamente para evitar o surgimento de larvas de diversos insetos, entre eles o mosquito da dengue, o Aedes aegypt.

De acordo com o estudo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), da Universidade de São Paulo (USP), a eficácia do tratamento com cloro está no fato de o produto atrasar o processo de troca de pele, e o desenvolvimento das larvas, o que acaba por acarretar indiretamente a morte das larvas.

“O abandono do tratamento das piscinas pode resultar no agravamento dos casos de dengue para o verão seguinte, porque impulsionam o crescimento da população de mosquitos”, lembra Martim Penna, da Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados – Abiclor.

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Piscina limpa e banhistas saudáveis


Um artigo científico publicado na revista norte-americana Environmental Science & Technology (Lakind et al.) apresenta a seguinte questão: “é possível termos piscinas limpas e pessoas saudáveis?”. Embora a natação seja muito incentivada por médicos e profissionais de saúde – pois estimula a musculatura de todo o corpo, a respiração e a circulação sanguínea -, sabe-se que as piscinas são tratadas com químicos, elementos que podem reagir com o suor, a urina ou com outras substâncias presentes na água e formar substâncias irritantes ou tóxicas.

Para fazer uma relação entre a água limpa e a saúde dos banhistas, a pesquisa analisou três quesitos: a exposição dos banhistas a subprodutos da desinfecção da água (DBP – disinfection by-products), efeitos dos DBP na saúde e o cloro versus desinfetantes alternativos.

De acordo com os pesquisadores, nós sabemos muito pouco sobre o que acontece dentro da água das piscinas (em termos “moleculares”). Centenas de subprodutos da desinfecção da água se formam durante qualquer tipo de tratamento. Alguns não tem efeito nenhum, outros podem ser prejudiciais. Mas, como a maioria das pesquisas sobre piscinas no mundo é feita com o tratamento à base de cloro, isso significa que não sabemos quase nada sobre os subprodutos que podem aparecer em outros tratamentos de piscina.

A conclusão dos autores foi de que, para chegarmos mais perto do equilíbrio entre piscina limpa e pessoas saudáveis, os operadores e tratadores de piscinas devem receber treinamento para utilizar as proporções adequadas que químicos e implementar medidas que reduzam a formação de DPBs. Outro fator defendido é a conscientização dos banhistas: eles podem contribuir reduzindo a entrada de substâncias contaminantes na piscina. Basta seguir dicas simples como tomar ducha, não urinar na água, não trocar fraldas de bebês perto da piscina…

Está cientificamente comprovado, manter a piscina limpa é dever de todos! Participe dessa campanha mantendo sempre bons hábitos de higiene na piscina.

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Piscina sem dengue!


A utilização do cloro ajuda a manter a piscina livre das larvas do mosquito da dengue. De acordo com pesquisas realizadas pela ESALQ / USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP), as larvas do Aedes aegypt não se desenvolvem na presença do cloro.

 Os testes, solicitados pela Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados – Abiclor, consistiram na diluição do hipoclorito de sódio (concentrações 0,10%; 0,15% e 0,20%) em água de torneira ajustada ao mesmo pH da água de piscina. Foram realizadas três diluições em baldes de cinco litros de água com quatro tratamentos e quatro repetições (cada balde contendo 10 larvas), durante um período de treze dias em condição ambiente, em que havia incidência direta de luz. Os resultados indicaram que, a partir do sétimo dia em que o produto estava em contato com as larvas, houve um aumento significativo no percentual de mortalidade. Foi observado também que, após o 12º dia do experimento, praticamente todos os mosquitos da amostra não tratada com cloro haviam atingido a fase pupal (imediatamente anterior à fase adulta) enquanto nas demais amostras que receberam o produto, as larvas que ainda estavam vivas não chegaram a se desenvolver.

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Piscina limpa é piscina sem cheiro…


Quando o assunto é tratamento de piscinas, é comum as pessoas dizerem que o “cheiro forte de cloro” incomoda ou provoca irritação. Mas, na verdade, o ácido hipocloroso – que é o cloro da piscina –, denominado “cloro livre”, não tem cheiro em concentrações até 20ppm (e o máximo recomendado na piscina é de 3ppm). Portanto, o cheiro forte não é de “cloro” ou de “ácido hipocloroso”. O cheiro e a irritação nos olhos e na pele são causados, principalmente, por causa da reação do cloro com a urina e o suor que dos banhistas.

Urina e suor liberam amônia na água, e a amônia reage com o cloro, formando cloroaminas.  Essas substâncias causam mau cheiro e podem prejudicar a pele e os olhos. Quando a concentração de cloroaminas é muito alta, o tratamento para eliminá-las feito é, geralmente, a hipercloração. O cloro é muito importante para a segurança dos banhistas no tratamento da água da piscina, especialmente em piscinas públicas. Ele elimina os microorganismos da água, oxida a matéria orgânica e os metais nela dissolvidos, inibe odores desagradáveis e previne a transmissão das mais diversas doenças infecciosas, tais como hepatite, otite, micoses, cólera, doenças venéreas etc. O nível residual do cloro livre considerado ideal para combater e prevenir eventuais contaminações da água da piscina é de 1ppm a 3ppm.

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Químico detector de xixi?


“Se você fizer xixi na piscina, todos vão saber porque a água vai ficar vermelha em volta de você. Há um químico que reage com a urina e muda a cor da água.”

Você já ouviu essa história? Muitos se perguntam se esse químico misterioso existe realmente, mas os cientistas garantem que não. Essa é uma lenda urbana!

Devido a sua popularidade, o assunto foi retratado em um episódio da série Mostly True Stories: Urban Legends Revealed, exibido pelo The Learning Channel (TLC) norte-americano, canal de TV à cabo do Grupo Discovery Communications. A série foi ao ar entre 2002 e 2004 e esse é seu episódio 11.

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