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Ducha e exame médico ajudam a evitar transmissão de doenças


Quem  tem piscina em casa ou no prédio não tem obrigação legal de cumprir as normas de higiene previstas para os banhistas. Mas é recomendável que os usuários tomem uma ducha antes de entrar na piscina para eliminar impurezas que estão no corpo e que podem afetar a qualidade da água.

No caso das piscinas coletivas, como clubes e academias, tomar uma ducha é uma exigência legal que precisa ser seguida à risca.  Além disso, para preservar a saúde dos frequentadores da piscina, o banhista precisa fazer exame médico regularmente.

O exame médico é importante para evitar que usuários com problemas de pele contaminem outros banhistas em lugares com água parada, como o lugar de lavar os pés, o entorno da piscina e até mesmo o vestiário.  O problema, portanto, não está na água da piscina – o tratamento químico com cloro combate microorganismos que podem causar doenças.

Fonte: Piscina sem lágrimas

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Piscina limpa é piscina sem cheiro


Você já deve ter sentido ou ouvido alguém comentar  que o “cheiro forte de cloro” incomoda ou provoca irritação na pele e nos olhos.  Na verdade, o “cheiro” é resultado da reação do cloro com a urina e com o suor dos banhistas, uma vez que o ácido hipocloroso – o cloro usado na piscina –  é inodoro.  Em concentrações até 20ppm (partes por milhão) ele não tem cheiro e, no caso de piscinas, o máximo recomendado é de 3ppm.

Para manter sua piscina sempre limpinha, monitore constantemente a quantidade de cloro e do pH da água. O pp ideal é de 7,2 a 7,6 e os níveis de cloro devem estar entre uma e três partes por milhão ( 1,0 a 3,0 ppm).

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Como é o tratamento de piscinas aquecidas


Por causa do sistema de aquecimento da água, o tratamento e os cuidados são diferentes de uma piscina sem aquecimento.

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros sempre que preciso. Quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ocorrer a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão ser  feitas uma vez por dia.

PH

Com o calor, o PH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada três dias, mas na piscina é aquecida essa medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de PH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade fique impregnada na superfície e difícil de ser removida, é preciso aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante eliminar resíduos orgânicos, como folhas que caem na piscina, e, claro, sempre lembrar de tomar uma ducha antes de entrar na água.

Fonte: Pool Rescue; Portal HTH; Henrimar.

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Origem da palavra piscina


O termo piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe” e, de acordo com os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

Você sabia que a palavra piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe”? Isso porque, segundo os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

As primeiras piscinas de que se tem notícia foram grandes tanques encontrados em pirâmides do Antigo Egito, construções que mais se aproximariam do modelo de piscina atual. Prestavam-se à decoração, eram luxuosas e com designs deslumbrantes.

Tempos depois, durante a Idade Média, com a difusão do Cristianismo, piscinas eram utilizadas para rituais de batismo. As pessoas eram mergulhadas para purificação. Com o passar dos anos, as piscinas ou tanques das igrejas ficaram menores, virando pias batismais, mas a prática religiosa ganhou o gosto popular e os tanques foram adaptados ao lazer e à diversão.

No século XVII, já existiam balneários com piscinas públicas, mas a água não era tratada, por isso, os banhistas ficavam expostos a inúmeras doenças. O tratamento das piscinas veio com a evolução da natação. Os praticantes exigiam higiene, piscinas maiores e privacidade para os treinos, o que contribuiu para o desenvolvimento de tecnologias de tratamento e manutenção.

Hoje, há tratamento adequado para piscinas, e o cloro é o principal produto utilizado no tratamento da água. Além de eliminar matérias orgânicas, a substância acaba com bactérias e outros microorganismos nocivos à saúde do ser humano.

Fonte: Pool Piscina; Revista Piscina e afins.

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As vantagens do uso de cloro em piscinas em relação a outros produtos químicos


Há duas vantagens fundamentais. A primeira é a eficiência, pois o cloro mantém seu residual na água, o que impede contaminações posteriores. Tanto o ozônio como o ultravioleta, apesar de desinfetarem a água, não mantêm residual, o que significa que necessitam de aplicação contínua e controle de qualidade complexo. A segunda vantagem é o custo, já que o tratamento com esses produtos alternativos pode ser de 10 a 15 vezes mais caro do que o tratamento com cloro.

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Tecnologia melhora performance nas piscinas


A natação, para muitas pessoas, é mais do que um hobby: é uma atividade que visa a saúde, o bem-estar e o desenvolvimento de quem a pratica. Benéfica para o sistema respiratório e muscular, para o controle de peso e para a redução do estresse, esse esporte pode ser considerado um tratamento terapêutico.

Mas não basta pular na água – é preciso dedicação. Por isso, com o avanço tecnológico, surgiram inúmeros aplicativos que ajudam os atletas profissionais e amadores a melhorarem suas performances. Muitos deles permitem monitorar o rendimento dos nadadores.

Entre os mais populares estão o Swim Coach e o Swimmo, ambos com versão em português, e o MySwimPro, ainda sem tradução. Os aplicativos personalizam treinos, monitoram o tempo, a distância, a evolução do atleta, produzindo um comparativo em relação aos treinos anteriores. Ainda é possível compartilhar os resultados com o professor e os amigos, formando uma competição virtual de natação – o prêmio final é mais saúde para todos.

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Acabou o verão; hora de redobrar os cuidados com a piscina


Com o fim do verão e a chegada das estações mais frias, o uso das piscinas acaba sendo menor e, por mais que a água permaneça clara, ela necessita de alguns cuidados. Muitos micro-organismos acabam se espalhando nas piscinas por falta de tratamento, assim como a proliferação de larvas de mosquitos como a do Aedes aegypti. Pensando nisso, o Piscina Limpa  recomenda alguns cuidados e dá dicas para garantir a manutenção nos meses de menos frequência.

Para a conservação da água, é fundamental analisar e realizar algumas ações para evitar a proliferação de algas e resíduos que possam prejudicar as piscinas. Para que o tratamento seja um sucesso é preciso levar em conta alguns fatores como: a remoção das sujeiras, o bom funcionamento do filtro e o uso correto dos produtos químicos, para manter a água sempre limpinha e saudável.

Dicas úteis:

  • Filtragem da água, por aproximadamente duas horas. A bomba ligada ao filtro estimula a movimentação e faz com que toda água da piscina chegue aos filtros para reter as impurezas.
  • Análise do teor residual de cloro livre, que deve estar na faixa de 1 a 3 ppm. A eficácia do cloro como desinfetante ou oxidantes depende de outro fator de controle, o pH. A recomendação para manter o nível de pH deve ser entre 7,2 e 7,6, diariamente.
  • Controle da alcalinidade:– Uma vez por semana, a alcalinidade da água deve ser medida, devendo ficar na faixa entre 80 e 120. Se estiver fora desse padrão, é preciso corrigir por meio de produtos indicados, conforme orientação do fabricante.
  • Supercloração:  A cada 15 dias deve ser realizada a supercloração, ou seja, a dosagem do cloro deve ser três vezes superior à dosagem habitual de manutenção, aproximadamente 10 ppm de cloro livre, de 1 a 4 horas, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Indica-se fazer a supercloração depois do pôr do sol, visto que os raios ultravioletas do sol destroem o cloro ativo.
  • Uso de cobertores ou lonas ajuda a manter a piscina em boas condições, evitando que caia folhas e insetos;
  • Não esvazie a piscina no inverno; remover a água não é aconselhável pois resseca a piscina e pode provocar algumas rachaduras. O indicado é reduzir um pouco o seu volume.

Para saber mais sobre como cuidar da sua piscina, acesse o manual “Piscina sem lágrimas”, da Abiclor.

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