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Qual é a hora certa para matricular uma criança na natação?


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Qual é a hora certa para matricular uma criança na natação?

 

Os pais frequentemente têm dúvidas a respeito de qual é a idade mínima para que seus filhos possam ingressar na natação. Considerada uma das atividades físicas mais completas, o esporte na piscina é extremamente benéfico para o público infantil, uma vez que exercita desde cedo a capacidade cardiorrespiratória – desenvolvendo, por exemplo, resistência a doenças como asma e bronquite -, fortalece o tônus, melhora a postura e o equilíbrio, aprimora a coordenação e percepção motora, tátil, espacial e de ritmo, e aperfeiçoa a agilidade e a resistência muscular. Tudo isso é feito enquanto a criança também se diverte.

A natação tem como diferencial ser uma atividade que pode ser praticada desde os primeiros meses de vida. Para a (SBP) Sociedade Brasileira de Pediatria, as crianças podem começar a nada a partir dos seis meses, uma vez que o ouvido já está formado o suficiente para evitar a entrada de água. Vale lembrar, no entanto, que os efeitos da natação em crianças menores de três anos não são tão significativos, afirma o pediatra atuante na área de medicina do esporte da SBP, Ricardo do Rêgo Barros, em entrevista à Folha de S. Paulo. Apesar disso, a prática é sempre bem-vinda para exercitar a sociabilidade e recreação dos pequenos.

Para crianças a partir de entre 3 e 4 anos, a natação passa a ser mais eficaz para a saúde. Segundo a pediatra Jalnéia de Souza Ferreira, em entrevista ao portal Divercidades, males como a obesidade, o sedentarismo e o estresse podem acometer os pequenos tanto quanto os adultos. Por ser uma atividade que exige muito do corpo, o ideal é que a prática desde cedo seja feita de maneira recreativa, sem o compromisso com técnicas e aperfeiçoamento. Outro benefício crucial é a construção da confiança estimulada pela atividade, afinal, o bebê precisará de um companheiro dentro da piscina. A proximidade com este supervisor desde cedo o encoraja a explorar o espaço ao seu redor sem medo e o desenvolvendo afetivamente. Além disso, acidentes como quedas, tombos e machucados em geral, comuns em qualquer atividade física em superfície plana, são evitados na natação, o que a torna menos traumática e muito mais tranquila para o praticante. A água morna da piscina faz da atividade um lazer, e não uma obrigação.

Vale lembrar também que cada estabelecimento ou complexo residencial possui seu próprio regulamento de admissão de crianças sem acompanhamento na piscina. O consenso varia a partir dos 3 a 4 anos, porém, é sempre válido consultar o local de uso.

Fonte: Guia do Bebê/Uol, Folha de S. PauloDivercidades.

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Bebê mostra desenvoltura incomum na piscina


Tem apenas 16 meses, mas é uma verdadeira nadadora. Sob a supervisão dos pais e do professor, a pequena Elizabeth atravessa a piscina a nado sem a ajuda de um adulto ou de boias. Impressionante, não?

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Piscina é bom, mas requer cuidados


Desde bebê, a criança já pode ser estimulada na piscina e aproveitar todos os benefícios da natação. Para garantir um verão divertido e seguro para o pequeno dentro d’água, confira alguns dos principais cuidados recomendados por especialistas:

 Uso de boias

A necessidade do uso de boias vai depender de quanto a criança está acostumada a nadar. Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. Mas atenção, usando boias ou não, é fundamental que os pais ou responsáveis fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na água.

 

Profundidade da piscina

Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé: há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo nas áreas com 10 cm de profundidade.

Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé: há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo nas áreas com 10 cm de profundidade.

 

Supervisão dentro e fora d’água

Bebês com até dois anos de idade devem estar sempre acompanhados, até mesmo em piscinas muito rasas. As crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora.

Bebês com até dois anos de idade devem estar sempre acompanhados, até mesmo em piscinas muito rasas. As crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora.

 

Brincadeiras perigosas

Além da supervisão, os responsáveis devem conscientizar as crianças sobre os perigos das brincadeiras exageradas dentro e na beira da piscina.

Além da supervisão, os responsáveis devem conscientizar as crianças sobre os perigos das brincadeiras exageradas dentro e na beira da piscina.

 

Fonte: Portal Minha Vida

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Bebês gêmeos conseguem nadar sozinhos


Com apenas nove meses de idade, dois bebês de  Cirencester, na Inglaterra, dão um show na piscina. Os gêmeos William e Ellenita conseguem nadar de costas, a distância de 25 metros, sem boias e sem ajuda de ninguém. Os pequenos são sempre acompanhados por um adulto quando estão na água. Os pais já fazem planos: querem ver os gêmeos nadando na Olimpíada de 2028.

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