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Biribol, um jovem esporte


O Biribol, a exemplo da capoeira, do futebol de salão e da peteca, é um esporte brasileiro. Sua origem é a cidade de Birigui, no interior de São Paulo. Coube ao professor Dario Miguel Pedro, em 1968, criar, organizar e divulgar esse esporte aquático muito parecido com o voleibol, praticada principalmente em hotéis, acampamentos, SPAS e algumas academias no Brasil.

O Biribol é ótimo para a movimentação dos músculos e, como é jogado dentro da piscina, diminui o risco de contusões. A piscina de medir 8x4m, com 1,3m de profundidade, com piso nivelado. O campo é dividido por uma rede. Quatro jogadores de cada time se enfrentam em 3 ou 5 sets. O objetivo é fazer a bola cair no campo do adversário, marcando pontos.

Exista, no Brasil, uma Liga Nacional de Biribol que divulga as regras e os diversos campeonatos desse esporte brasileiríssimo.

Antes de entrar na piscina para jogar Biribol, não esqueça de tomar uma ducha. Colabore com a piscina limpa!

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Biquíni: a bomba da moda


Ava Gardner ajudou a popularizar o biquíni

Tão comum em qualquer praia ou piscina hoje em dia, o biquíni já foi comparado à bomba atômica. Na verdade, o nome dessa indumentária feminina é derivado do atol de Biquíni, localizado no oceano Pacífico, onde se realizou uma explosão nuclear experimental, em 1946. A metonímia pretende sugerir a idéia de que uma moça usando a peça diminuta provocaria o mesmo efeito da arma.

A considerar o alvoroço que causou quando surgiu, quase que se pode acreditar no seu poder bombástico. No mundo da moda, ele já nasceu causando querelas e sua existência é disputada por dois criadores: Jacques Heim, que apresentou inicialmente o “átomo, o menor maiô do mundo”; e Louis Réard, que já criou o produto com o nome atual e o caracterizou como “menor que o menor maiô do mundo”.

Na sociedade, o biquíni sofreu censuras nos anos 1940 e 1950 e só se popularizou a partir da década de 1960 quando as atrizes Ava Gardner, Úrsula Andrews e Brigitte Bardot aderiram à peça em seus filmes e fotos. Dos anos 1970 em diante eles conquistaram a sociedade feminina, ganharam vários tamanhos e modelos e se tornaram vestimenta clássica para freqüentar praias cristalinas e piscinas limpinhas tratadas com cloro.

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Esporte na piscina


No Estado de São Paulo, oito unidades do Sesi executam um trabalho de formação de base para atletas do pólo aquático. Em pouco tempo, haverá mais uma unidade, em Mogi das Cruzes. O Sesi possui cerca de 40 unidades com piscina em várias cidades paulistas.

Esse esporte é praticado na piscina: duas equipes de jogadores se enfrentam, tentando marcar gols no campo adversário. Ele foi criado oficialmente no fim do século XIX, mas algumas modalidades anteriores já eram praticadas no século XVIII. O pólo aquático e o futebol foram os primeiros esportes coletivos a fazerem parte das Olimpíadas.

A expectativa do coordenador de Esportes do Sesi de Mogi, Alexandre Conti de Oliveira, é de que aproximadamente 200 crianças e jovens se interessem em fazer parte das aulas.

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A origem das piscinas


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The Fountain of Youth (1546) – Lucas The Elder Cranach

 

As piscinas residenciais que conhecemos hoje viraram moda, primeiro, entre os ricos e famosos. A prática começou em Hollywood, associando piscina ao glamour. Com o tempo e a utilização de novos materiais, o sonho de ter uma piscina própria chegou ao alcance de mais pessoas e tornou-se mais popular.

As piscinas públicas, porém, têm uma longa história. Os relatos mais remotos de que se tem notícia são de grandes tanques encontrados em pirâmides do Antigo Egito. Embora mais distantes, são as construções que mais se aproximam da piscina atual. Estavam ligadas à decoração, eram luxuosas e com designs deslumbrantes.

Durante a Idade Média, com a difusão do Cristianismo, piscinas eram utilizadas para rituais de batismo. As pessoas eram mergulhadas para purificação. Com o tempo, as piscinas ou tanques das igrejas ficaram menores, virando pias batismais, mas a prática religiosa ganhou o gosto popular e os tanques foram adaptados ao lazer e à diversão.

No século XVII já existiam balneários com piscinas públicas, mas a água não era tratada. Por isso, os banhistas ficavam expostos a inúmeras doenças. O tratamento das piscinas veio com a evolução da natação, com a criação dos estilos de nado (crown, borboleta, costas, peito) e a necessidade de aperfeiçoá-los. Os praticantes exigiam a higiene, piscinas maiores e privacidade para os treinos. Assim, foram se desenvolvendo tecnologias de tratamento e manutenção.

Hoje, há tratamento adequado para a água da piscina, mas a higiene ainda é fundamental. Evite beber a água da piscina, não entre na água sem tomar ducha e evite urinar na água. Colabore para que as piscinas sejam cada vez melhores!

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