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Manuseio correto dos produtos garante a qualidade da água e protege a saúde


A segurança química das piscinas merece atenção o ano todo. Os produtos químicos à base de cloro matam os germes, mantendo a água saudável e garantindo a segurança dos banhistas.  Confira algumas dicas de manuseio e armazenamento correto dos produtos químicos:

LEIA SEMPRE AS INSTRUÇÕES

Os produtos químicos possuem compostos altamente reativos. Por isso, é indispensável a leitura atenta dos rótulos e o acompanhamento das instruções na embalagem. Não utilize produtos sem rótulos, embalagens abertas ou sem marcas de identificação. Outro cuidado é usar um produto de cada vez, na quantidade indicada, evitando o contato entre compostos diferentes.

ESTOCAGEM

Os produtos devem ser armazenados em áreas arejadas, sem contato direto com a luz solar, já que condições externas podem originar uma combinação explosiva. Ácidos e produtos com cloro também devem ser guardados distantes um do outro, pois a mistura é  altamente tóxica. Além disso, todos os produtos devem ser guardados fora do alcance de crianças e animais.

MANUSEIO

Além de verificar com frequência o estado dos produtos químicos, o manuseio requer proteção extra. Equipamentos de segurança como óculos e luvas resistentes facilitam e asseguram um tratamento de qualidade.

Antes de descartar a embalagem, é importante verificar se todo o produto foi consumido e, antes de  descartar os recipientes, lave-os completamente. Após utilizar os produtos, é importante lavar bem as mãos com água e sabão.

Informações sobre cada produto químico podem ser conferidas e analisadas através da Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ), que possui versão online.

Fonte: Abiclor

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Ducha e exame médico ajudam a evitar transmissão de doenças


Quem  tem piscina em casa ou no prédio não tem obrigação legal de cumprir as normas de higiene previstas para os banhistas. Mas é recomendável que os usuários tomem uma ducha antes de entrar na piscina para eliminar impurezas que estão no corpo e que podem afetar a qualidade da água.

No caso das piscinas coletivas, como clubes e academias, tomar uma ducha é uma exigência legal que precisa ser seguida à risca.  Além disso, para preservar a saúde dos frequentadores da piscina, o banhista precisa fazer exame médico regularmente.

O exame médico é importante para evitar que usuários com problemas de pele contaminem outros banhistas em lugares com água parada, como o lugar de lavar os pés, o entorno da piscina e até mesmo o vestiário.  O problema, portanto, não está na água da piscina – o tratamento químico com cloro combate microorganismos que podem causar doenças.

Fonte: Piscina sem lágrimas

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Como é o tratamento de piscinas aquecidas


Por causa do sistema de aquecimento da água, o tratamento e os cuidados são diferentes de uma piscina sem aquecimento.

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros sempre que preciso. Quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ocorrer a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão ser  feitas uma vez por dia.

PH

Com o calor, o PH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada três dias, mas na piscina é aquecida essa medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de PH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade fique impregnada na superfície e difícil de ser removida, é preciso aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante eliminar resíduos orgânicos, como folhas que caem na piscina, e, claro, sempre lembrar de tomar uma ducha antes de entrar na água.

Fonte: Pool Rescue; Portal HTH; Henrimar.

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Acabou o verão; hora de redobrar os cuidados com a piscina


Com o fim do verão e a chegada das estações mais frias, o uso das piscinas acaba sendo menor e, por mais que a água permaneça clara, ela necessita de alguns cuidados. Muitos micro-organismos acabam se espalhando nas piscinas por falta de tratamento, assim como a proliferação de larvas de mosquitos como a do Aedes aegypti. Pensando nisso, o Piscina Limpa  recomenda alguns cuidados e dá dicas para garantir a manutenção nos meses de menos frequência.

Para a conservação da água, é fundamental analisar e realizar algumas ações para evitar a proliferação de algas e resíduos que possam prejudicar as piscinas. Para que o tratamento seja um sucesso é preciso levar em conta alguns fatores como: a remoção das sujeiras, o bom funcionamento do filtro e o uso correto dos produtos químicos, para manter a água sempre limpinha e saudável.

Dicas úteis:

  • Filtragem da água, por aproximadamente duas horas. A bomba ligada ao filtro estimula a movimentação e faz com que toda água da piscina chegue aos filtros para reter as impurezas.
  • Análise do teor residual de cloro livre, que deve estar na faixa de 1 a 3 ppm. A eficácia do cloro como desinfetante ou oxidantes depende de outro fator de controle, o pH. A recomendação para manter o nível de pH deve ser entre 7,2 e 7,6, diariamente.
  • Controle da alcalinidade:– Uma vez por semana, a alcalinidade da água deve ser medida, devendo ficar na faixa entre 80 e 120. Se estiver fora desse padrão, é preciso corrigir por meio de produtos indicados, conforme orientação do fabricante.
  • Supercloração:  A cada 15 dias deve ser realizada a supercloração, ou seja, a dosagem do cloro deve ser três vezes superior à dosagem habitual de manutenção, aproximadamente 10 ppm de cloro livre, de 1 a 4 horas, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Indica-se fazer a supercloração depois do pôr do sol, visto que os raios ultravioletas do sol destroem o cloro ativo.
  • Uso de cobertores ou lonas ajuda a manter a piscina em boas condições, evitando que caia folhas e insetos;
  • Não esvazie a piscina no inverno; remover a água não é aconselhável pois resseca a piscina e pode provocar algumas rachaduras. O indicado é reduzir um pouco o seu volume.

Para saber mais sobre como cuidar da sua piscina, acesse o manual “Piscina sem lágrimas”, da Abiclor.

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Chuvas de verão exigem mais cuidados com a piscina


Se o verão é a época do ano em que mais aproveitamos das piscinas para o nosso refrescamento, não podemos esquecer que é também é a estação das chuvas.  Mesmo que a chuva seja sempre bem-vinda para amenizar as temperaturas elevadas, é preciso ficar atento à piscina, para manter a água saudável, em condições adequadas de uso. Sem os devidos cuidados, a piscina torna-se um campo fértil para a proliferação de vírus, fungos e bactérias.  O cloro é usado há mais de um século como desinfetante de água de piscinas. As suas características eficazes do cloro fazem com que o produto seja um dos principais componentes para manutenção da limpeza. O cloro atua como um rápido e persistente sanitizante (desinfetante), é um algicida efetivo, ou seja, combate a proliferação de algas e é forte oxidante, pois elimina materiais orgânicos que podem alterar a cor da água, gerar odores ou formar limo.

A rotina diária da limpeza inclui os seguintes procedimentos.

  • Filtragem da água, por aproximadamente duas horas. A bomba ligada ao filtro estimula a movimentação e faz com que toda água da piscina chegue aos filtros para reter as impurezas.
  • Análise do teor residual de cloro livre, que deve estar na faixa de 1 a 3 ppm. A eficácia do cloro como desinfetante ou oxidantes depende de outro fator de controle, o pH. A recomendação para manter o nível de pH deve ser entre 7,2 e 7,6, diariamente.  O desequilíbrio do pH pode deixar a água esverdeada, o que pode ser corrigido com a aplicação dos produtos químicos corretos, como a supercloração e a manutenção do residual de cloro sempre de 1 a 1,5 ppm.
  • Controle da alcalinidade: Uma vez por semana, a alcalinidade da água deve ser medida, devendo ficar na faixa entre 80 e 120. Se estiver fora desse padrão, é preciso corrigir por meio de produtos indicados, conforme orientação do fabricante.
  • Supercloração:  A cada 15 dias deve ser realizada a supercloração, ou seja, a dosagem do cloro deve ser três vezes superior à dosagem habitual de manutenção, aproximadamente 10 ppm de cloro livre, de 1 a 4 horas, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Indica-se fazer a supercloração depois do pôr do sol, visto que os raios ultravioletas do sol destroem o cloro ativo.

Fonte: Piscina Limpa

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Dicas para aproveitar melhor a piscina


No verão, as piscinas são um dos pontos de lazer mais procurados. Com o aumento da frequência e o uso mais intensivo da piscina é fundamental tomar alguns cuidados para evitar o risco de contaminação de doenças como hepatite A, micoses de pele, pneumonia, diarreia e infestação de piolhos, comuns quando um grande número de pessoas se banha na mesma água sem a higienização necessária. A aplicação é a forma mais eficaz e segura para manter a qualidade da água. O cloro é capaz de eliminar fungos e bactérias rapidamente. A aplicação de cloro varia de acordo com uma série de fatores. Veja mais aqui.

Para garantir o bem estar e a saúde dos banhistas é preciso identificar se a água está adequada para uso. A água deve estar cristalina, de modo a permitir que o chão seja visto da superfície. Bordas e azulejos escorregadios ou pegajosos são um mau sinal. E vale também dedicar atenção redobrada ao motor da filtragem da piscina, que precisa estar funcionamento direitinho.

No caso de piscinas públicas, é altamente recomendado que seja feito exame médico antes de admitir novos usuários, para que qualquer micose ou infecção contagiosa seja detectada e tratada a tempo.

Outra dica: toma uma ducha antes de entrar na água e seque sempre os pés ao deixar a piscina e use chinelos. Isto porque os germes costumam se alojar e se proliferar no chão da piscina.

Para garantir a qualidade da água é muito importante controlar o pH da água a cada duas horas, especialmente em piscinas públicas, pois garante que a mesma está apta para banhistas sem qualquer risco de irritação aos olhos ou pele.

Fonte: BBC Brasil e Piscina Limpa.

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6 cuidados com as crianças para aproveitar o verão com segurança


Qual criança não gosta de curtir uma piscina durante as férias escolares? Nessa época de calor é preciso redobrar os cuidados com os pequenos enquanto eles curtem um mergulho. Veja aqui algumas pequenas atitudes que já irão garantir a segurança dos pequenos nas suas atividades aquáticas:

  • Fique de olho sempre: piscinas são tão divertidas quanto perigosas, portanto não tire os olhos da sua criança uma vez que ela esteja lá dentro. Qualquer descuido nessas horas pode causar um grave acidente. O mesmo vale para a hora do banho de mar.
  • Mesmo que seu filho saiba nadar, é importante se precaver, principalmente em piscinas muito fundas. Utilize boias. As do tipo colete são mais eficientes, mas as que são colocadas no braço também têm seu valor. Verifique se estão bem cheias e sem furo.
  • Protetor sempre! Independente do horário de pico do calor, a aplicação do protetor solar é fundamental, seja de manhã ou no final da tarde. E não se esqueça de reaplicar o filtro com o passar das horas, pois o mesmo perde sua aderência por conta da água em contato com a nossa pele. Porém, bebês com menos de 6 meses têm a pele sensível demais para a aplicação de protetores, portanto eles devem ser mantidos longe do sol direto a qualquer custo. É bom lembrar que a cada vez que a criança saia da água, é necessário reaplicar o protetor.
  • Antes de qualquer coisa, fique de olho no sol: a partir do 12h até às 17h, os raios UVB se intensificam a ponto de facilmente ferir a pele humana, especialmente a sensível e frágil de uma criança. Por isso, especialistas em dermatologia e pediatria recomendam que o horário ideal para curtir a sua piscina seja sempre fora deste intervalo, mesmo que o protetor solar tenha sido aplicado.
  • Cuidado com os ambulantes: quando se está com uma criança na praia ou na piscina, tudo ao redor dela irá lhe chamar a atenção, e consumíveis não ficam fora disso. É sempre bom checar a procedência do alimento sendo comercializado, assim como a higiene envolvida em sua produção.
  • Não é só a pele que precisa de cuidados: vale sempre lembrar que nossos olhos e cabelos são tão sensíveis quanto, o que reforça a necessidade do uso de óculos de sol, bonés e chapéus para uma proteção completa. E é sempre bom lembrar o pequeno de nunca olhar diretamente para o sol, com ou sem os óculos.

Com estas pequenas dicas, podemos garantir para toda a família uma diversão segura nesta estação que os pequenos tanto adoram.

Fonte: Claudia.

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