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Os benefícios da natação para as crianças


Praticar um esporte traz diversas melhorias para o corpo e é também uma boa maneira de trabalhar aspectos psicológicos, como disciplina e autoconfiança. A natação infantil é um exemplo disso. Ela aprimora o desenvolvimento da motricidade, a capacidade cardiorrespiratória e muscular, além e no equilíbrio estimulando a noção de espaço e de tempo.

A água atrai naturalmente as crianças, com efeito relaxante, que favorece as funções orgânicas. Embora muitas possam sentir dificuldades em relação à aprendizagem motora da atividade, as brincadeiras dirigidas que devem acontecer na piscina antes da aula, já as fazem buscar o equilíbrio corporal necessário para o esporte e contribui para o desenvolvimento cognitivo, sócioafetivo e motor das crianças.

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A natação possibilita a criança a trabalhar o sistema cardiovascular, respiratório e desenvolver habilidades psicomotoras, como agilidade e velocidade. O esporte também estimula a resistência do organismo, na recuperação de problemas ortopédicos e na prevenção de doenças causadas pelo sedentarismo.

O Brasil apresenta um elevado número de crianças com problemas de obesidade, que não fazem nenhuma atividade física e se alimentam de forma errada. E a melhor maneira de prevenir a obesidade, é incentivar as  criança desde pequenas a praticar algum exercício físico. A natação permite aos pequenos eliminar até trezentas calorias por hora e por isso é indicada para crianças de todas as idades.

Confira algumas das vantagens da natação

  • Reduz a frequência cardíaca e estimula a circulação sanguínea, o que propicia a queima da gordura excedente;
  • Aumenta a autoestima das crianças, que se mostram mais seguras e, em geral, mais independentes;
  • Entre crianças portadoras de deficiências, a natação proporciona ampliação do potencial físico, melhoria da autoimagem e maior inserção social;
  • Fortalece os músculos da parede torácica e enquanto dá elasticidade aos pulmões, tornando-os capaz de absorver uma maior quantidade de oxigênio.

 

 

Fontes: http://revistaeducacaoinfantil.com.br/beneficios-da-natacao-para-criancas/

https://fortissima.com.br/2015/02/15/natacao-infantil-conheca-os-beneficios-da-pratica-para-criancas-14690970/

http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2016/08/asma-rinite-sinusite-nadar-e-o-melhor-remedio-para-problemas-respiratorios.html

 

 

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Qual é a hora certa para matricular uma criança na natação?


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Qual é a hora certa para matricular uma criança na natação?

 

Os pais frequentemente têm dúvidas a respeito de qual é a idade mínima para que seus filhos possam ingressar na natação. Considerada uma das atividades físicas mais completas, o esporte na piscina é extremamente benéfico para o público infantil, uma vez que exercita desde cedo a capacidade cardiorrespiratória – desenvolvendo, por exemplo, resistência a doenças como asma e bronquite -, fortalece o tônus, melhora a postura e o equilíbrio, aprimora a coordenação e percepção motora, tátil, espacial e de ritmo, e aperfeiçoa a agilidade e a resistência muscular. Tudo isso é feito enquanto a criança também se diverte.

A natação tem como diferencial ser uma atividade que pode ser praticada desde os primeiros meses de vida. Para a (SBP) Sociedade Brasileira de Pediatria, as crianças podem começar a nada a partir dos seis meses, uma vez que o ouvido já está formado o suficiente para evitar a entrada de água. Vale lembrar, no entanto, que os efeitos da natação em crianças menores de três anos não são tão significativos, afirma o pediatra atuante na área de medicina do esporte da SBP, Ricardo do Rêgo Barros, em entrevista à Folha de S. Paulo. Apesar disso, a prática é sempre bem-vinda para exercitar a sociabilidade e recreação dos pequenos.

Para crianças a partir de entre 3 e 4 anos, a natação passa a ser mais eficaz para a saúde. Segundo a pediatra Jalnéia de Souza Ferreira, em entrevista ao portal Divercidades, males como a obesidade, o sedentarismo e o estresse podem acometer os pequenos tanto quanto os adultos. Por ser uma atividade que exige muito do corpo, o ideal é que a prática desde cedo seja feita de maneira recreativa, sem o compromisso com técnicas e aperfeiçoamento. Outro benefício crucial é a construção da confiança estimulada pela atividade, afinal, o bebê precisará de um companheiro dentro da piscina. A proximidade com este supervisor desde cedo o encoraja a explorar o espaço ao seu redor sem medo e o desenvolvendo afetivamente. Além disso, acidentes como quedas, tombos e machucados em geral, comuns em qualquer atividade física em superfície plana, são evitados na natação, o que a torna menos traumática e muito mais tranquila para o praticante. A água morna da piscina faz da atividade um lazer, e não uma obrigação.

Vale lembrar também que cada estabelecimento ou complexo residencial possui seu próprio regulamento de admissão de crianças sem acompanhamento na piscina. O consenso varia a partir dos 3 a 4 anos, porém, é sempre válido consultar o local de uso.

Fonte: Guia do Bebê/Uol, Folha de S. PauloDivercidades.

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6 cuidados com as crianças para aproveitar o verão com segurança


Qual criança não gosta de curtir uma piscina durante as férias escolares? Nessa época de calor é preciso redobrar os cuidados com os pequenos enquanto eles curtem um mergulho. Veja aqui algumas pequenas atitudes que já irão garantir a segurança dos pequenos nas suas atividades aquáticas:

  • Fique de olho sempre: piscinas são tão divertidas quanto perigosas, portanto não tire os olhos da sua criança uma vez que ela esteja lá dentro. Qualquer descuido nessas horas pode causar um grave acidente. O mesmo vale para a hora do banho de mar.
  • Mesmo que seu filho saiba nadar, é importante se precaver, principalmente em piscinas muito fundas. Utilize boias. As do tipo colete são mais eficientes, mas as que são colocadas no braço também têm seu valor. Verifique se estão bem cheias e sem furo.
  • Protetor sempre! Independente do horário de pico do calor, a aplicação do protetor solar é fundamental, seja de manhã ou no final da tarde. E não se esqueça de reaplicar o filtro com o passar das horas, pois o mesmo perde sua aderência por conta da água em contato com a nossa pele. Porém, bebês com menos de 6 meses têm a pele sensível demais para a aplicação de protetores, portanto eles devem ser mantidos longe do sol direto a qualquer custo. É bom lembrar que a cada vez que a criança saia da água, é necessário reaplicar o protetor.
  • Antes de qualquer coisa, fique de olho no sol: a partir do 12h até às 17h, os raios UVB se intensificam a ponto de facilmente ferir a pele humana, especialmente a sensível e frágil de uma criança. Por isso, especialistas em dermatologia e pediatria recomendam que o horário ideal para curtir a sua piscina seja sempre fora deste intervalo, mesmo que o protetor solar tenha sido aplicado.
  • Cuidado com os ambulantes: quando se está com uma criança na praia ou na piscina, tudo ao redor dela irá lhe chamar a atenção, e consumíveis não ficam fora disso. É sempre bom checar a procedência do alimento sendo comercializado, assim como a higiene envolvida em sua produção.
  • Não é só a pele que precisa de cuidados: vale sempre lembrar que nossos olhos e cabelos são tão sensíveis quanto, o que reforça a necessidade do uso de óculos de sol, bonés e chapéus para uma proteção completa. E é sempre bom lembrar o pequeno de nunca olhar diretamente para o sol, com ou sem os óculos.

Com estas pequenas dicas, podemos garantir para toda a família uma diversão segura nesta estação que os pequenos tanto adoram.

Fonte: Claudia.

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