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Piscina limpa é piscina sem cheiro


Você já deve ter sentido ou ouvido alguém comentar  que o “cheiro forte de cloro” incomoda ou provoca irritação na pele e nos olhos.  Na verdade, o “cheiro” é resultado da reação do cloro com a urina e com o suor dos banhistas, uma vez que o ácido hipocloroso – o cloro usado na piscina –  é inodoro.  Em concentrações até 20ppm (partes por milhão) ele não tem cheiro e, no caso de piscinas, o máximo recomendado é de 3ppm.

Para manter sua piscina sempre limpinha, monitore constantemente a quantidade de cloro e do pH da água. O pp ideal é de 7,2 a 7,6 e os níveis de cloro devem estar entre uma e três partes por milhão ( 1,0 a 3,0 ppm).

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Origem da palavra piscina


O termo piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe” e, de acordo com os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

Você sabia que a palavra piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe”? Isso porque, segundo os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

As primeiras piscinas de que se tem notícia foram grandes tanques encontrados em pirâmides do Antigo Egito, construções que mais se aproximariam do modelo de piscina atual. Prestavam-se à decoração, eram luxuosas e com designs deslumbrantes.

Tempos depois, durante a Idade Média, com a difusão do Cristianismo, piscinas eram utilizadas para rituais de batismo. As pessoas eram mergulhadas para purificação. Com o passar dos anos, as piscinas ou tanques das igrejas ficaram menores, virando pias batismais, mas a prática religiosa ganhou o gosto popular e os tanques foram adaptados ao lazer e à diversão.

No século XVII, já existiam balneários com piscinas públicas, mas a água não era tratada, por isso, os banhistas ficavam expostos a inúmeras doenças. O tratamento das piscinas veio com a evolução da natação. Os praticantes exigiam higiene, piscinas maiores e privacidade para os treinos, o que contribuiu para o desenvolvimento de tecnologias de tratamento e manutenção.

Hoje, há tratamento adequado para piscinas, e o cloro é o principal produto utilizado no tratamento da água. Além de eliminar matérias orgânicas, a substância acaba com bactérias e outros microorganismos nocivos à saúde do ser humano.

Fonte: Pool Piscina; Revista Piscina e afins.

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As vantagens do uso de cloro em piscinas em relação a outros produtos químicos


Há duas vantagens fundamentais. A primeira é a eficiência, pois o cloro mantém seu residual na água, o que impede contaminações posteriores. Tanto o ozônio como o ultravioleta, apesar de desinfetarem a água, não mantêm residual, o que significa que necessitam de aplicação contínua e controle de qualidade complexo. A segunda vantagem é o custo, já que o tratamento com esses produtos alternativos pode ser de 10 a 15 vezes mais caro do que o tratamento com cloro.

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Quais as diferenças na hora de tratar a piscina aquecida?


Nas épocas mais frias do ano o uso da piscina aquecida é maior. Afinal, a água quentinha é uma opção para quem não quer deixar de praticar as atividades aquáticas. Mas atenção, os cuidados na hora de tratar a piscina aquecida são diferentes.

Para começar, a diferença entre o tratamento de uma piscina aquecida e uma piscina fria é a quantidade de cloro a ser aplicada: nas piscinas aquecidas a decomposição do produto é mais rápida. Daí a necessidade de reduzir o intervalo entre uma cloração e outra.

Confira outras dicas de tratamento:

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros; quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ser feita a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão passar para uma vez por dia.  

Evaporação da água

Em piscinas com sistema de aquecimento, a água evapora com maior facilidade, o que requer a reposição de água com mais frequência.

Algas

Ambientes quentes e fechados favorecem a proliferação de algas e microorganismos.   Por isso, é necessário redobrar a atenção para evitar o problema.

pH

Com o calor, o pH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada 3 dias, mas numa piscina aquecida essa medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de pH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade torne-se difícil de ser removida é necessário aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante ainda eliminar resíduos orgânicos que caem na piscina e orientar os banhistas a tomarem uma ducha antes de entrar na água.

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Tecnologia melhora performance nas piscinas


A natação, para muitas pessoas, é mais do que um hobby: é uma atividade que visa a saúde, o bem-estar e o desenvolvimento de quem a pratica. Benéfica para o sistema respiratório e muscular, para o controle de peso e para a redução do estresse, esse esporte pode ser considerado um tratamento terapêutico.

Mas não basta pular na água – é preciso dedicação. Por isso, com o avanço tecnológico, surgiram inúmeros aplicativos que ajudam os atletas profissionais e amadores a melhorarem suas performances. Muitos deles permitem monitorar o rendimento dos nadadores.

Entre os mais populares estão o Swim Coach e o Swimmo, ambos com versão em português, e o MySwimPro, ainda sem tradução. Os aplicativos personalizam treinos, monitoram o tempo, a distância, a evolução do atleta, produzindo um comparativo em relação aos treinos anteriores. Ainda é possível compartilhar os resultados com o professor e os amigos, formando uma competição virtual de natação – o prêmio final é mais saúde para todos.

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Dicas para aproveitar melhor a piscina


No verão, as piscinas são um dos pontos de lazer mais procurados. Com o aumento da frequência e o uso mais intensivo da piscina é fundamental tomar alguns cuidados para evitar o risco de contaminação de doenças como hepatite A, micoses de pele, pneumonia, diarreia e infestação de piolhos, comuns quando um grande número de pessoas se banha na mesma água sem a higienização necessária. A aplicação é a forma mais eficaz e segura para manter a qualidade da água. O cloro é capaz de eliminar fungos e bactérias rapidamente. A aplicação de cloro varia de acordo com uma série de fatores. Veja mais aqui.

Para garantir o bem estar e a saúde dos banhistas é preciso identificar se a água está adequada para uso. A água deve estar cristalina, de modo a permitir que o chão seja visto da superfície. Bordas e azulejos escorregadios ou pegajosos são um mau sinal. E vale também dedicar atenção redobrada ao motor da filtragem da piscina, que precisa estar funcionamento direitinho.

No caso de piscinas públicas, é altamente recomendado que seja feito exame médico antes de admitir novos usuários, para que qualquer micose ou infecção contagiosa seja detectada e tratada a tempo.

Outra dica: toma uma ducha antes de entrar na água e seque sempre os pés ao deixar a piscina e use chinelos. Isto porque os germes costumam se alojar e se proliferar no chão da piscina.

Para garantir a qualidade da água é muito importante controlar o pH da água a cada duas horas, especialmente em piscinas públicas, pois garante que a mesma está apta para banhistas sem qualquer risco de irritação aos olhos ou pele.

Fonte: BBC Brasil e Piscina Limpa.

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Tratamento de água com cloro gera economia de mais de R$ 75 mil por mês em parque aquático


O uso do cloro no tratamento da água das piscinas do Parque Aquático Municipal de Marília, no interior de São Paulo, gerou uma economia mensal de mais de 75 mil reais para a cidade. Isso porque dois milhões de litros de água deixaram de ser desperdiçados todas as semanas quando as piscinas eram esvaziadas e reabastecidas. Com adoção de novos procedimentos, a conta de água caiu de R$ 80 mil/mês para cerca de R$ 3 mil/mês.

Segundo o secretário municipal de Esportes, Gastão Pinheiro Júnior, o tratamento com cloro melhorou não só a qualidade da água, mas também a temperatura das piscinas, mudança comemorada pelos frequentadores.

Saiba mais na reportagem do “Diário de Marília”.

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