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Brasil conquista 7 medalhas no Mundial de Esportes Aquáticos


A equipe brasileira de natação teve um bom desempenho no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos disputado em Gwangju, na Coreia do Sul, entre os dias 12 e 28 de julho. O País garantiu sete medalhas, sendo duas de ouro, três de prata e duas de bronze.  

Etiene Medeiros conquistou a medalha de prata na prova dos 50 metros costas, Nicholas Santos foi bronze nos 50m borboleta e Bruno Fratus completou a prova mais rápida da natação nos 50m nado livre, com um tempo de 21s45, chegando ao mesmo tempo em que o grego Kristian Gkolomeev, com quem compartilhou, portanto, o segundo lugar no pódio.

Felipe Lima e João Gomes ficaram com a prata e o bronze, respectivamente, na prova dos 50m peito.

Fonte: Veja.com, Gazeta Esportiva, Gaúcha ZH e 24 Horas News.

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Manuseio correto dos produtos garante a qualidade da água e protege a saúde


A segurança química das piscinas merece atenção o ano todo. Os produtos químicos à base de cloro matam os germes, mantendo a água saudável e garantindo a segurança dos banhistas.  Confira algumas dicas de manuseio e armazenamento correto dos produtos químicos:

LEIA SEMPRE AS INSTRUÇÕES

Os produtos químicos possuem compostos altamente reativos. Por isso, é indispensável a leitura atenta dos rótulos e o acompanhamento das instruções na embalagem. Não utilize produtos sem rótulos, embalagens abertas ou sem marcas de identificação. Outro cuidado é usar um produto de cada vez, na quantidade indicada, evitando o contato entre compostos diferentes.

ESTOCAGEM

Os produtos devem ser armazenados em áreas arejadas, sem contato direto com a luz solar, já que condições externas podem originar uma combinação explosiva. Ácidos e produtos com cloro também devem ser guardados distantes um do outro, pois a mistura é  altamente tóxica. Além disso, todos os produtos devem ser guardados fora do alcance de crianças e animais.

MANUSEIO

Além de verificar com frequência o estado dos produtos químicos, o manuseio requer proteção extra. Equipamentos de segurança como óculos e luvas resistentes facilitam e asseguram um tratamento de qualidade.

Antes de descartar a embalagem, é importante verificar se todo o produto foi consumido e, antes de  descartar os recipientes, lave-os completamente. Após utilizar os produtos, é importante lavar bem as mãos com água e sabão.

Informações sobre cada produto químico podem ser conferidas e analisadas através da Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ), que possui versão online.

Fonte: Abiclor

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Ducha e exame médico ajudam a evitar transmissão de doenças


Quem  tem piscina em casa ou no prédio não tem obrigação legal de cumprir as normas de higiene previstas para os banhistas. Mas é recomendável que os usuários tomem uma ducha antes de entrar na piscina para eliminar impurezas que estão no corpo e que podem afetar a qualidade da água.

No caso das piscinas coletivas, como clubes e academias, tomar uma ducha é uma exigência legal que precisa ser seguida à risca.  Além disso, para preservar a saúde dos frequentadores da piscina, o banhista precisa fazer exame médico regularmente.

O exame médico é importante para evitar que usuários com problemas de pele contaminem outros banhistas em lugares com água parada, como o lugar de lavar os pés, o entorno da piscina e até mesmo o vestiário.  O problema, portanto, não está na água da piscina – o tratamento químico com cloro combate microorganismos que podem causar doenças.

Fonte: Piscina sem lágrimas

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Piscina limpa é piscina sem cheiro


Você já deve ter sentido ou ouvido alguém comentar  que o “cheiro forte de cloro” incomoda ou provoca irritação na pele e nos olhos.  Na verdade, o “cheiro” é resultado da reação do cloro com a urina e com o suor dos banhistas, uma vez que o ácido hipocloroso – o cloro usado na piscina –  é inodoro.  Em concentrações até 20ppm (partes por milhão) ele não tem cheiro e, no caso de piscinas, o máximo recomendado é de 3ppm.

Para manter sua piscina sempre limpinha, monitore constantemente a quantidade de cloro e do pH da água. O pp ideal é de 7,2 a 7,6 e os níveis de cloro devem estar entre uma e três partes por milhão ( 1,0 a 3,0 ppm).

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Como é o tratamento de piscinas aquecidas


Por causa do sistema de aquecimento da água, o tratamento e os cuidados são diferentes de uma piscina sem aquecimento.

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros sempre que preciso. Quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ocorrer a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão ser  feitas uma vez por dia.

PH

Com o calor, o PH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada três dias, mas na piscina é aquecida essa medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de PH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade fique impregnada na superfície e difícil de ser removida, é preciso aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante eliminar resíduos orgânicos, como folhas que caem na piscina, e, claro, sempre lembrar de tomar uma ducha antes de entrar na água.

Fonte: Pool Rescue; Portal HTH; Henrimar.

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Origem da palavra piscina


O termo piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe” e, de acordo com os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

Você sabia que a palavra piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe”? Isso porque, segundo os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

As primeiras piscinas de que se tem notícia foram grandes tanques encontrados em pirâmides do Antigo Egito, construções que mais se aproximariam do modelo de piscina atual. Prestavam-se à decoração, eram luxuosas e com designs deslumbrantes.

Tempos depois, durante a Idade Média, com a difusão do Cristianismo, piscinas eram utilizadas para rituais de batismo. As pessoas eram mergulhadas para purificação. Com o passar dos anos, as piscinas ou tanques das igrejas ficaram menores, virando pias batismais, mas a prática religiosa ganhou o gosto popular e os tanques foram adaptados ao lazer e à diversão.

No século XVII, já existiam balneários com piscinas públicas, mas a água não era tratada, por isso, os banhistas ficavam expostos a inúmeras doenças. O tratamento das piscinas veio com a evolução da natação. Os praticantes exigiam higiene, piscinas maiores e privacidade para os treinos, o que contribuiu para o desenvolvimento de tecnologias de tratamento e manutenção.

Hoje, há tratamento adequado para piscinas, e o cloro é o principal produto utilizado no tratamento da água. Além de eliminar matérias orgânicas, a substância acaba com bactérias e outros microorganismos nocivos à saúde do ser humano.

Fonte: Pool Piscina; Revista Piscina e afins.

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As vantagens do uso de cloro em piscinas em relação a outros produtos químicos


Há duas vantagens fundamentais. A primeira é a eficiência, pois o cloro mantém seu residual na água, o que impede contaminações posteriores. Tanto o ozônio como o ultravioleta, apesar de desinfetarem a água, não mantêm residual, o que significa que necessitam de aplicação contínua e controle de qualidade complexo. A segunda vantagem é o custo, já que o tratamento com esses produtos alternativos pode ser de 10 a 15 vezes mais caro do que o tratamento com cloro.

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