Natação ajudou reabilitação de atleta paralímpica


Em sua estreia paralímpica, a capixaba Patrícia Pereira ajudou o Brasil a conquistar a prata no revezamento 4x50m livre misto até 20 pontos, prova realizada na última sexta-feira, dia 9. A natação ajudou Patrícia na sua reabilitação após levar um tiro na região do pescoço, que a deixou tetraplégica. Aos 24 anos, com dois filhos, ela viu sua vida mudar radicalmente. Demorou um ano para voltar a sentar e dois para reaprender a falar. Há sete anos, aprendeu nadar e fez do esporte paralímpico um aliado.

Descrição da imagem: Patricia Pereira sorri após ficar em quinto nos 50m peito (Foto: Lydia Gismondi)

Aos poucos, foi recuperando o controle do tronco e alguns movimentos dos braços. Mas as pernas continuaram paralisadas. Incentivada a nadar, embora nunca tivesse aprendido o esporte, Patricia aceitou o desafio. Ela conta, em entrevista ao portal G1, que ficou “apavorada” no começo. “Mas um dia resolvi perder o medo e acreditar. Quando me convidaram pela terceira vez, não resisti. A natação é uma forma de você se sentir livre, se sentir capaz. Eu tenho dois filhos, sempre fui o pilar da minha casa, e nada como você se reinventar mostrando que está ali, ativo

Hoje, aos 39 anos, a nadadora está sempre sorridente, feliz com a sua estreia nas Paralimpíadas.

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Daniel Dias ganha a 20ª medalha nos Jogos Paralímpicos


Maior medalhista paralímpico do Brasil, o nadador Daniel Dias fez história ontem, dia 12, ao vencer os 50m livre com o tempo 32s78, garantindo o bicampeonato consecutivo da prova.

Com este resultado, Daniel Dias conquistou sua 20ª medalha em Jogos Paralímpicos, a 12ª de ouro, e assegurou a condição de maior atleta paralímpico do Brasil.

Foi a quinta medalha de Daniel em cinco provas disputadas na Paralimpíada. Ele ganhou ouro nos 200 metros livre, prata nos 100 metros peito e no revezamento 4×50 metros livre (20 pontos), e bronze nos 50 metros borboleta.

Para comemorar a vitória, Daniel deu a volta no estádio aquático e abraçou a família. Na comparação com o fenômeno olímpico Michael Phelps, ele levou a melhor: “Eu tenho dois filhos. Ele só tem um. Estou na frente dele nisso aí”, informa o portal Terra.

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Nadadora luta contra doença degenerativa para competir na Rio 2016


Aos 48 anos, Susana Schnarndorf convive há 12 com a Atrofia de Múltiplos Sistemas (MSA), doença degenerativa rara que limita gradualmente o movimento, a respiração e outras funções autônomas do organismo.

“Meu corpo está parando de funcionar comigo viva. Eu tenho que brigar com ele”, disse em entrevista à rede BBC Brasil.

Segundo ela, a natação paraolímpica, esporte de alto rendimento, ajudou a retardar o avanço da doença.

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Ao contrário de muitos atletas, que entram nas competições em busca da melhor performance de suas carreiras, a nadadora gaúcha chega à Paralimpíada do Rio de Janeiro sabendo que está em piores condições  do que há dois anos. “Atualmente, tenho 40% de capacidade respiratória. Agora diminuiu muito o número de braçadas que eu dou sem respirar. Já cheguei a passar mal, ter queda de pressão. É complicado para uma nadadora não ter ar”, diz à BBC Brasil.
Depois de ser campeã mundial em 2013, Susana passou a fazer tempos piores e foi ficando para trás na sua categoria. A natação paralímpica têm mais categorias do que a olímpica, porque os atletas se dividem não apenas pelo tipo de nado, mas também pelo grau de eficiência que a sua limitação os permite ter.

“Quem tem essa doença normalmente morre depois de sete ou oito anos. Eu vou completar 12 anos e estou aqui ainda. É isso que o esporte faz por mim. Eu vou até Tóquio (em 2020).”

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Cuidados com a piscina para evitar a dengue


A dengue é uma doença perigosa e, no Brasil, a ameaça de uma epidemia é constante. Por isso, não podemos descuidar: devemos sempre nos prevenir combatendo o mosquito transmissor, o Aedes aegypt.

As piscinas, se não forem tratadas, são potenciais focos da proliferação da dengue. Não podemos transformar um lugar tão bom para a diversão em uma ameaça.

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É fácil cuidar das piscinas. Se não estiverem em uso, elas devem ser esvaziadas e limpas – só devemos enchê-las novamente depois dessa limpeza. Se estiverem cheias, basta observar e cumprir o tratamento químico com o cloro, medir o ph diariamente e conferir se os filtros estão funcionando perfeitamente.

Quem opta por capas ou tampas para as piscinas não pode esquecer que, quando chove, elas também acumulam água e também precisam de limpeza. Fique atento! Esses cuidados simples garantirão um ótimo verão para você, sua família e seus vizinhos.

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Chances do ouro na natação paralímpica


Se depender deles, o Brasil vai terminar os Jogos Rio 2016 entre os cinco primeiros países no ranking de medalhas.

Daniel Dias

O maior medalhista da história dos Jogos Paralímpicos quer adicionar mais um ouro à sua coleção, composta por 10 medalhas de ouro, quatro pratas e um bronze, logo na largada. Ele é favorito na prova dos 200m estilo livre da classe S5 da natação, após ter vencido a prova nos Jogos Pequim 2008 e Londres 2012 e nas últimas três edições do Campeonato Mundial.

 Cinco chances de ouro do Brasil logo no começo dos Jogos

Talisson Glock

O jovem Talisson Glock vai brigar pelo ouro nos 100m costas da classe S6. O catarinense de 21 anos foi vice-campeão mundial da prova no ano passado e conquistou o ouro na distância nos Jogos Parapan-americanos Toronto 2015.

 André Brasil

O multimedalhista André Brasil compete em uma das suas especialidades, os 50m livre da classe S10. André é o recordista mundial da prova, que venceu nos Jogos Pequim 2008 e Londres 2012 e nas últimas quatro edições do Campeonato Mundial.

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Brasil é destaque em natação paralímpica


Uma das modalidades que reúne o maior número de participantes, a natação compõe o programa paralímpico desde a primeira edição dos Jogos, em Roma-1960. A princípio, participavam das disputas apenas atletas com lesões medulares. Com o passar dos tempos, o esporte foi se estendendo a outras categorias de deficiências, tanto físicas quanto visuais e intelectuais.

No total, o Brasil já conquistou 83 medalhas em Jogos Paraolímpicos, sendo 28 de ouro, 27 de prata e 28 de bronze. É a segunda modalidade que mais medalhas deu ao Brasil nos Jogos, atrás apenas do atletismo (109).

Há algumas adaptações nas regras da Federação Internacional de Natação (Fina) para as disputas paraolímpicas. Dependendo da deficiência, os atletas podem largar de dentro da água, sentados ou ao lado do bloco de partida. Também há casos em que recebem auxílio do técnico ou de um voluntário para a largada. Já entre os deficientes visuais, o tapper é a pessoa que usa um bastão, com ponta de espuma, para avisar o atleta sobre o momento da virada e da chegada. Nesse caso, os óculos dos atletas são opacos, para assegurar a igualdade de condições na prova.
As provas

Há provas masculinas e femininas:

– 50m, 100m, 200, 400m livre;
– 50m e 100m borboleta;
– 50m e 100m peito;
– 50m e 100m costas;
– 150m e 200m medley;
– Revezamentos.

Os atletas com amputações podem usar próteses em diversas modalidades das Paraolimpíadas. No entanto, o uso delas é proibido na natação. Dessa forma, os competidores só podem usar o próprio corpo quando entram na piscina.

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Slackline na piscina, vai encarar?


Está procurando um esporte que é praticado ao ar livre, que trabalha o equilíbrio e a coordenação motora e que possa ser praticado na piscina? O slackline na piscina oferece tudo isso e também muita adrenalina. Afinal, não é fácil ficar equilibrado em cima de uma fita esticada entre dois pontos fixos. Conhecido também como corda bamba, o slackline ajuda a queimar calorias e eliminar aqueles quilinhos extras. Os benefícios são tantos que muitos fisioterapeutas já indicam o esporte como forma de fortalecer a musculatura e evitar lesões.

Segundo especialistas, o esporte não apresenta contraindicação e é praticado por deficientes visuais e portadores de síndrome de down, por exemplo. A ideia é que essas pessoas percam o medo e ganhem mais confiança, além de desenvolver a musculatura e ganhar força física.

 

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