Nadadora chinesa vira meme com reação inusitada


A nadadora chinesa Fu Yuanhui foi para a zona de entrevistas pensando que tinha ficado fora do pódio. No entanto, descobre por uma repórter, que havia conquistado a medalha de bronze nos 100m costas.

“Estou orgulhosa, mesmo que eu não tenha ganho uma medalha”, disse, antes de ser interrompida pela jornalista: “Mas você tem uma medalha. Você está em terceiro lugar”.

Reação da chinesa ao descobrir seu tempo na semifinal

A nadadora chinesa ficou com a medalha de bronze ao empatar com a canadense Kylie Masse. Mas, antes mesmo de demonstrar surpresa com a conquista da medalha, a chinesa já havia conquistado os internautas. Graças a suas reações inusitadas. Após a bateria semifinal, ela deu uma entrevista antes de ver seu tempo na classificatória. E mostrou muita empolgação ao descobrir que havia completado a prova em 58s95.

“58s95? Eu achei que tinha sido 59s! Eu fui tão rápida! Estou muito satisfeita”.

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Se fosse um país, Phelps seria o 40º em medalhas


Se fosse um país, Michael Phelps ocuparia o 40º lugar no quadro de medalhas, segundo o site de notícias ESPN.

77 minutos. Este foi o tempo que o fenômeno norte-americano precisou para conquistar dois ouros. Algo que 145 países nunca conseguiram em toda a história dos Jogos Olímpicos.

Na história da Olimpíada, só 83 países ganharam duas ou mais medalhas de ouro. Nações como Armênia, Equador, Costa Rica, Panamá, Peru, Sérvia, Emirados Árabes, Costa do Marfim, Gana, Paraguai, Catar, Árabia Saudita e Bolívia não têm dois ouros.

Já ao nadador acumula um total de 25 medalhas na história dos Jogos, sendo 21 de ouro. Um recorde absoluto.

Phelps é o maior medalhista olímpico e quem mais subiu ao posto mais alto do pódio em uma só edição dos Jogos – foram oito vezes em Pequim, em 2008.

Fonte: ESPN

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Fotos incríveis da natação


Vistas da arquibancada, as imagens da natação são sempre as mesmas. Mas elas se transformam em pura arte quando captadas com lentes profissionais.

Swimming - Men's 100m Backstroke - HeatsSwimming - Women's 400m Freestyle - HeatsSwimming - Men's 100m Backstroke - HeatsSwimming - Men's 200m Freestyle - Heats

Fotos feitas pelos fotógrafos da Reuters Dominic Ebenbichler, David Gray, Marcos Brindicci e Michael Dalder.

 

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Rei das Olimpíadas, o nadador Michael Phelps, estreia na piscina dia 8


Os Jogos Olímpicos Rio 2016, que serão abertos nesta sexta-feira, podem ser os últimos da carreira do campeão de natação Michael Phelps. Ganhador de 22 medalhas olímpicas, sendo 18 ouros, o nadador norte-americano, 31 anos, chegou a anunciar sua aposentadoria após os Jogos de Londres 2012, mas acabou revendo a decisão.

Image: US swimmer Michael Phelps competes in th

Embora já tenha participado de quatro Olimpíadas, pela primeira vez Phelps participará de uma cerimônia de abertura e ainda terá a honra de carregar a bandeira de seu país  Rio. Ele explicou que sempre competia nos primeiros dias dos jogos, e, por isso, acabava não participando da festa.

As provas de natação também começam cedo este ano, mas dessa vez Phelps vai estrear na piscina na segunda-feira, dia 8, três dias após a abertura oficial da Rio 2016. Ele vai disputar a prova dos 200 metros borboleta, dos 200 metros medley, dos 100 m borboleta e do revezamento 4 x 100 m medley.

Fonte: EBC

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Reportagem do portal UOL mostra família com “cloro no sangue” na disputa do polo aquático feminino


A família Chiappini tem o cloro no sangue. E touquinha de polo aquático na cabeça. Por isso, neste último fim de semana, mamãe Raquel pegou o carro e o filho Bruno e foram até o Clube Paineiras do Morumbi para ver o jogo preparatório Brasil x China. À beira da piscina estava papai Roberto, auxiliar técnico da seleção. Dentro da água, com a fama de artilheira do time, a filha indomável Izabella.

E na arquibancadas vovós Ângela e Mitiko e mais tios e tias e primos. E dá-lhe torcida, pernada dentro d’água, gritos de instruções e chutes a gol. “Nosso objetivo é jogar duro contra todos os adversários, mas a maioria das seleções olímpicas está um patamar acima do nosso”, admite Raquel, medalhista de bronze no pólo nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg, em 1999.

“Naquele tempo a gente ganhava dos Estados Unidos, mas o polo aquático feminino ainda não era olímpico e o time delas era normal”, relembra a mãe da grande craque brasileira de hoje. “Naquele Pan vencemos na fase de classificação e só perdemos delas na morte súbita nas semifinais”. Hoje é impensável vencer as norte-americanas. “Tanto que o objetivo das nossas meninas é evitar a última colocação na disputa inicial da Olimpíada, pois a última colocada vai cruzar automaticamente contra as americanas… e isso signifícará a eliminação”.

A estreia do Brasil será contra a Itália, no dia 9, depois o jogo será contra a Rússia e por fim a Austrália. “É só pedreira”. Mas como num passe de mágica, após o jogo da manhã de domingo contra a China, o sentimento mudou. “Caraca, meu!!!!!? ” saiu gritando mamãe Raquel, abraçando todo mundo que encontrava, quando o placar mostrou 12 a 8 para o Brasil.

“Esse resultado mostra que o nosso jogo encaixa com o delas… quando variamos elas não conseguem fazer a leitura do nosso sistema”, analisou papai Roberto Chiappini, do alto de sua autoridade de auxiliar técnico. “Foi uma vitória importante , mas não dá para fazer muita festa. É que nosso esporte é carente de tudo, então deu essa alegria, mas dentro de meia hora temos de parar de festejar e pensar na estreia contra a Itália, que aí a coisa é para valer”.

Dentro da meia hora de festa… a artilheira Izabella curtiu a vitória inédita. “Foi bom ver que o nosso esforço valeu a pena”, dizia aliviada Izabella, autora de dois gols. “Foi a primeira vez que vencemos a China e elas marcam muito, jogam muito na pressão”, explicou a goleadora, que às vezes sofre a marcação de até duas adversárias.

Fonte: UOL 

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A luta de uma nadadora palestina para chegar à Olimpíada 2016


Mary al-Atrash é um dos seis atletas palestinos que representarão a Palestina nos Jogos Olímpicos, que começam nesta sexta-feira. Distante do índice olímpico, a vaga da nadadora na Rio-2016 só foi possível devido a uma reserva de vagas do Comitê Olímpico Internacional (COI) para nações cujos atletas não conseguem atingir os critérios mínimos.  A preparação da estudante universitária, de 22 anos, foi prejudicada pela falta de acesso a uma piscina olímpica.

Devido ao conflito diplomático com Israel, Atrash não pode treinar nas piscinas de Jerusalém, próximas à Palestina.  Ela treinou em piscinas de 25 metros, metade do tamanho que encontrará no Estádio Aquático do Rio.  Mesmo com poucas chances de sucesso ela se mantém otimista, conforme declarou em entrevista à agência Reuters: “Representar a Palestina em uma competição é um sonho para qualquer atleta palestino, especialmente tratando-se dos Jogos Olímpicos. A preparação está correndo bem. Levando em conta os recursos que nós temos, estabelecemos alguns objetivos e ambições.”

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Piscina para elefantes


 

No Japão, o zoológico Fuji Safari Park  construiu uma piscina de 65 metros os elefantes. A piscina é um alívio para esses animais no verão Graças às paredes transparentes, é possível ver os movimentos das pernas dos elefantes e usando sua tromba como um snorkel.

Os elefantes são ótimos nadadores, adoram água e gostam de se banhar com suas trombas.

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