As vantagens do uso de cloro em piscinas em relação a outros produtos químicos


Há duas vantagens fundamentais. A primeira é a eficiência, pois o cloro mantém seu residual na água, o que impede contaminações posteriores. Tanto o ozônio como o ultravioleta, apesar de desinfetarem a água, não mantêm residual, o que significa que necessitam de aplicação contínua e controle de qualidade complexo. A segunda vantagem é o custo, já que o tratamento com esses produtos alternativos pode ser de 10 a 15 vezes mais caro do que o tratamento com cloro.

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Confira três dicas essenciais para manter a água sempre limpinha


  • Por que o cloro precisa ser testado diariamente?

É importante que o teor de cloro seja mantido entre 1 e 3 ppm (partes por milhão). Uma série de agentes pode diminuir o teor de cloro na piscina, comoa luz solar, sujeira, suor, óleos de bronzear, urina, cosméticos etc. Os kits para fazer a medição podem ser encontrados em lojas de piscinas.

  • Por que o pH é importante?

Em primeiro lugar,  porque a capacidade de o cloro matar os microorganismos depende do índice de pH da piscina e, segundo, porque o corpo das pessoas tem pH entre 7,2 e 7,6. Se a água não estiver dentro desta faixa, os nadadores vão começar a sentir irritação na pele e nos olhos.

  • O que causa irritação na pele e nos olhos?

O problema costuma aparecer quando o pH está fora da faixa ideal (entre 7,2 e 7,6) ou quando há excesso de cloraminas. Excesso de cloro também pode causar irritação, por isso é importante manter os teores entre 1,0 e 3,0 ppm.

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Cloro, cloro ativo, cloro residual livre…Qual a diferença? Selecionamos um mini glossário para você conhecer um pouco mais sobre esses nossos aliados na limpeza e manutenção de piscinas:


Cloraminas – Subprodutos resultantes da reação do cloro com matérias orgânicas como suor, urina, cremes e outro resíduos presentes na água.    Elas aparecem quando a quantidade de cloro é inadequada e são as responsáveis pelo famoso “cheiro de piscina”, causando irritações nas vias respiratórias em  pessoas mais suscetíveis. Vale lembrar que piscinas tratadas corretamente não têm odor.

Cloração de choque ou supercloração – Como o nome já diz é a adição de cloro à água em quantidade acima do normal para tratamento de piscinas em valores acima de 10 ppm (partes por milhão). É usado para eliminar as matérias orgânicas e cloraminas presentes na água.

Cloro ativo – É um valor que indica, em porcentagem, a quantidade de cloro em uma substância que pode formar ácido hipocloroso quando dissolvido em água. Esse ácido é o verdadeiro agente desinfetante, independentemente do composto original de cloro que adicionamos à água da piscina.

Cloro residual livre – Quando fazemos a cloração da água, parte do cloro é consumida em reações com substâncias orgânicas e inorgânicas normalmente presentes na água da piscina, e parte é consumida na destruição de microorganismos. Ao final desse processo, deve sobrar um residual de cloro, chamado de cloro residual livre, que protege a piscina contra novas contaminações.

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Maus hábitos na piscina


Pesquisa reportada pelo “USA Today” mostra dois dados desalentadores em relação ao comportamento da população norte-americana:

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  • 51% dos entrevistados fazem uso da piscina como uma banheira comum, utilizando-a como uma alternativa para tomar banho ou para se lavar após a prática de exercícios físicos;
  • 40% deles admitem ter feito xixi na piscina na fase adulta.  

O estudo, realizado pela Water Quality & Health Council (WQ & HC), por ocasião da 15ª Campanha Anual de Piscinas Saudáveis, contou com 3.100 adultos entrevistados.

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Piscinas residenciais e piscinas coletivas: qual é a diferença?


Você sabe qual é a principal diferença entre piscinas residenciais e as piscinas coletivas, como as de hotéis, condomínios, escolas de natação e ginásios?

Não é o tamanho, nem a quantidade de banhistas. O fator fundamental é o fato de que as segundas são obrigadas a seguirem rigorosos regulamentos no sentido de preservar a saúde dos banhistas, enquanto que para as primeiras não existe qualquer tipo de lei para isso.

Do ponto de vista técnico, há diferenças importantes na forma como se conduz o tratamento, devido à necessidade de constantemente manter os níveis de cloro livre na água para garantir a saúde dos banhistas. Nas piscinas residenciais, a dosagem dos produtos químicos e de cloro especificamente, é geralmente feita à “mão”, dissolvendo os produtos em um recipiente e espalhando sobre a água da piscina.

Nas piscinas coletivas, a distribuição dos produtos é feita por alimentação direta na tubulação de retorno da água, depois da filtração. Isso garante a cloração nas horas de maior afluência, no momento em que a cloração manual não pode ser feita. A alimentação é feita por cloradores, bombas dosadoras, hidroejetores (dispositivos que sugam a solução do produto pela passagem de água) e outros dispositivos físicos.

Além disso, a manutenção de piscinas coletivas deve ser feita por um técnico habilitado e sob a responsabilidade de um profissional de química.

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Brasil deixou sua marca no pódio da Copa dos Campeões


O final de semana foi de medalhas para a equipe brasileira que participou da Copa dos Campeões, em Budapeste, na Hungria. Todos os integrantes da equipe voltam para casa com medalhas. O destaque ficou com Nicholas Santos, que bateu seu recorde pessoal e obteve o melhor tempo do ano no estilo borboleta, com 22s60 nos 50m.

Já os atletas João Gomes e Felipe Lima conquistaram os lugares mais altos do pódio nos 50m peitos. Gomes ficou no primeiro lugar, com o tempo de 26s64, e Felipe em segundo, com 26s86.

Bruno Fratus, especialista nos 50m livre, ficou com medalha de prata na competição, cruzando as águas em 21s67, atrás apenas do inglês Benjamin Proud.

A representante feminina na equipe, Etiene Medeiros, não ficou fora da lista: com duas medalhas de bronze, Etiene fez 24s85 nos 50m livre; já nos 50m costas a nadadora cravou a marca de 28s25.

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Hungria reúne os melhores da natação


As piscinas húngaras receberão nesse sábado e domingo os principais campeões da natação mundial. A Copa dos Campeões, promovida de Federação Internacional de Natação (FINA), acontece em Budapeste, na Hungria, e recebe os donos de 67 medalhas olímpicas e 175 medalhas de mundiais. Ao todo são 68 nadadores de 23 países.

O Brasil será representado por cinco atletas. São eles: Bruno Fratus (50m livre), Etiene Medeiros (50m livre/costas), Felipe Lima (50m peito), João Gomes (50m peito) e Nicholas Santos (50m borboleta).

A Copa não terá competição por medalhas, mas os atletas disputam premiações em dinheiro e o reconhecimento entre os melhores do mundo. Após esse final de semana, a próxima etapa da competição vai acontecer em Indianápolis (EUA) no final de maio.

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