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Cloro, cloro ativo, cloro residual livre…Qual a diferença? Selecionamos um mini glossário para você conhecer um pouco mais sobre esses nossos aliados na limpeza e manutenção de piscinas:


Cloraminas – Subprodutos resultantes da reação do cloro com matérias orgânicas como suor, urina, cremes e outro resíduos presentes na água.    Elas aparecem quando a quantidade de cloro é inadequada e são as responsáveis pelo famoso “cheiro de piscina”, causando irritações nas vias respiratórias em  pessoas mais suscetíveis. Vale lembrar que piscinas tratadas corretamente não têm odor.

Cloração de choque ou supercloração – Como o nome já diz é a adição de cloro à água em quantidade acima do normal para tratamento de piscinas em valores acima de 10 ppm (partes por milhão). É usado para eliminar as matérias orgânicas e cloraminas presentes na água.

Cloro ativo – É um valor que indica, em porcentagem, a quantidade de cloro em uma substância que pode formar ácido hipocloroso quando dissolvido em água. Esse ácido é o verdadeiro agente desinfetante, independentemente do composto original de cloro que adicionamos à água da piscina.

Cloro residual livre – Quando fazemos a cloração da água, parte do cloro é consumida em reações com substâncias orgânicas e inorgânicas normalmente presentes na água da piscina, e parte é consumida na destruição de microorganismos. Ao final desse processo, deve sobrar um residual de cloro, chamado de cloro residual livre, que protege a piscina contra novas contaminações.

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Maus hábitos na piscina


Pesquisa reportada pelo “USA Today” mostra dois dados desalentadores em relação ao comportamento da população norte-americana:

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  • 51% dos entrevistados fazem uso da piscina como uma banheira comum, utilizando-a como uma alternativa para tomar banho ou para se lavar após a prática de exercícios físicos;
  • 40% deles admitem ter feito xixi na piscina na fase adulta.  

O estudo, realizado pela Water Quality & Health Council (WQ & HC), por ocasião da 15ª Campanha Anual de Piscinas Saudáveis, contou com 3.100 adultos entrevistados.

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Piscinas residenciais e piscinas coletivas: qual é a diferença?


Você sabe qual é a principal diferença entre piscinas residenciais e as piscinas coletivas, como as de hotéis, condomínios, escolas de natação e ginásios?

Não é o tamanho, nem a quantidade de banhistas. O fator fundamental é o fato de que as segundas são obrigadas a seguirem rigorosos regulamentos no sentido de preservar a saúde dos banhistas, enquanto que para as primeiras não existe qualquer tipo de lei para isso.

Do ponto de vista técnico, há diferenças importantes na forma como se conduz o tratamento, devido à necessidade de constantemente manter os níveis de cloro livre na água para garantir a saúde dos banhistas. Nas piscinas residenciais, a dosagem dos produtos químicos e de cloro especificamente, é geralmente feita à “mão”, dissolvendo os produtos em um recipiente e espalhando sobre a água da piscina.

Nas piscinas coletivas, a distribuição dos produtos é feita por alimentação direta na tubulação de retorno da água, depois da filtração. Isso garante a cloração nas horas de maior afluência, no momento em que a cloração manual não pode ser feita. A alimentação é feita por cloradores, bombas dosadoras, hidroejetores (dispositivos que sugam a solução do produto pela passagem de água) e outros dispositivos físicos.

Além disso, a manutenção de piscinas coletivas deve ser feita por um técnico habilitado e sob a responsabilidade de um profissional de química.

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Quais as diferenças na hora de tratar a piscina aquecida?


Nas épocas mais frias do ano o uso da piscina aquecida é maior. Afinal, a água quentinha é uma opção para quem não quer deixar de praticar as atividades aquáticas. Mas atenção, os cuidados na hora de tratar a piscina aquecida são diferentes.

Para começar, a diferença entre o tratamento de uma piscina aquecida e uma piscina fria é a quantidade de cloro a ser aplicada: nas piscinas aquecidas a decomposição do produto é mais rápida. Daí a necessidade de reduzir o intervalo entre uma cloração e outra.

Confira outras dicas de tratamento:

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros; quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ser feita a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão passar para uma vez por dia.  

Evaporação da água

Em piscinas com sistema de aquecimento, a água evapora com maior facilidade, o que requer a reposição de água com mais frequência.

Algas

Ambientes quentes e fechados favorecem a proliferação de algas e microorganismos.   Por isso, é necessário redobrar a atenção para evitar o problema.

pH

Com o calor, o pH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada 3 dias, mas numa piscina aquecida essa medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de pH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade torne-se difícil de ser removida é necessário aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante ainda eliminar resíduos orgânicos que caem na piscina e orientar os banhistas a tomarem uma ducha antes de entrar na água.

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Falta de cloro deixa piscina com cheiro forte


Ao contrário do que muita gente pensa, aquele cheiro forte de piscina não é causado pelo excesso de cloro. Pelo contrário! A falta de cloro é que causa o problema, resultando na formação de uma substância chamada cloramina, que pode causar irritação e ressecamento da pele, dos olhos e do cabelo.   As cloraminas são geradas pela reação do cloro com suor e urina.

Quando há uma concentração muito alta de cloraminas, é preciso fazer a hipercloração, esse tratamento de choque elimina os microorganismos da água, oxida a matéria orgânica e os metais dissolvidos na água, inibindo odores desagradáveis e prevenindo a transmissão de doenças infecciosas, como hepatite, otite, micoses, cólera, doenças venéreas etc.

Fonte: Piscina sem Lágrimas

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O verão chegou! Hora de cuidar e curtir a piscina


A temporada de verão já começou e nada melhor do que dar um mergulho na piscina.  Mas para isso a piscina precisa estar limpa e com a água bem cuidada. Confira algumas dicas que garantem uma diversão saudável:

  • Filtre diariamente pelo tempo necessário para que a água fique límpida (em geral duas horas).
  • O residual de cloro livre deve estar na faixa de 1 a 3 ppm; analise-o diariamente e adicione cloro para que o residual esteja sempre nessa faixa.
  • O pH deve estar sempre entre 7,2 e 7,6; analise-o diariamente e se necessário  corrija-o com os produtos apropriados.
  • A alcalinidade deve ser analisada toda semana e corrija sempre que seu valor estiver abaixo de 80 ou acima de 120 ppm, usando os produtos indicados.
  • A supercloração deve ser feita a cada 15 dias na alta temporada pelo menos ou sempre que a água estiver com “cheiro de cloro”, apresentar colorações estranhas, ausência de brilho e após chuvas intensas.

Fonte: Piscina sem lágrimas

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Nicholas Santos é o recordista mundial mais velho da natação


O brasileiro Nicholas Santos, de 38 anos, entrou para a história da natação mundial no último sábado (6), Em Budapeste, durante a quarta etapa da Copa do Mundo. Ele bateu o recorde mundial nos 50m nado borboleta, atingindo o tempo de 21s75, o que lhe garantiu o título de “Atleta recordista mundial mais velho da natação”.

Na prova,  Nicholas superou o atual campeão mundial, o sul-africano Chad le Clos, que ficou com a prata, e o bronze foi do japonês Kosuke Matsui.

No ano passado, o brasileiro já havia recebido o título de “Atleta medalhista em mundial mais velho da natação”, também em Budapeste, na mesma competição.

A próxima etapa da Copa do Mundo de natação será em Pequim, entre os dias 2 e 4 de novembro.

Confira como o brasileiro, na raia 4, conquistou o recorde mundial dos 50m borboleta:

Fonte: Globoesporte.com. O Estado de S. Paulo e SporTV (Blog do Coach).

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