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No frio, que tal usar a piscina aquecida para exercícios?


O tempo frio não é desculpa para deixar de praticar atividade física e adotar hábitos mais saudáveis. Que tal fazer natação ou hidroginástica numa piscina aquecida? Na água quentinha, ao redor dos 30°C, a sensação de relaxamento é maior, garantindo o seu bem-estar e contribuindo para uma boa noite de sono.

Confira as vantagens de cada uma das atividades:

Natação

– Aumenta a capacidade cardiorrespiratória;

– Queima as gorduras do corpo;

– Aumenta a resistência física.

Hidroginástica

– Fortalece os músculos;

– Aprimora a coordenação motora e a postura;

– Ganho de flexibilidade.

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Bebês na piscina, uma explosão de fofura!


Após nove meses nadando na barriga da mãe, os bebês não estranham o primeiro contato com a água na piscina. Eles conseguem prender a respiração instintivamente, enquanto mexem os bracinhos e as perninhas, porque possuem o chamado reflexo natatório.  Por isso, conseguem flutuar e nadar com muita facilidade, como peixinhos. É muita fofura junta!

Mas atenção: por questão de segurança, os pais ou responsáveis precisam estar sempre ao lado dos bebês na piscina.

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Ducha e exame médico ajudam a evitar transmissão de doenças


Quem  tem piscina em casa ou no prédio não tem obrigação legal de cumprir as normas de higiene previstas para os banhistas. Mas é recomendável que os usuários tomem uma ducha antes de entrar na piscina para eliminar impurezas que estão no corpo e que podem afetar a qualidade da água.

No caso das piscinas coletivas, como clubes e academias, tomar uma ducha é uma exigência legal que precisa ser seguida à risca.  Além disso, para preservar a saúde dos frequentadores da piscina, o banhista precisa fazer exame médico regularmente.

O exame médico é importante para evitar que usuários com problemas de pele contaminem outros banhistas em lugares com água parada, como o lugar de lavar os pés, o entorno da piscina e até mesmo o vestiário.  O problema, portanto, não está na água da piscina – o tratamento químico com cloro combate microorganismos que podem causar doenças.

Fonte: Piscina sem lágrimas

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Como é o tratamento de piscinas aquecidas


Por causa do sistema de aquecimento da água, o tratamento e os cuidados são diferentes de uma piscina sem aquecimento.

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros sempre que preciso. Quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ocorrer a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão ser  feitas uma vez por dia.

PH

Com o calor, o PH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada três dias, mas na piscina é aquecida essa medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de PH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade fique impregnada na superfície e difícil de ser removida, é preciso aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante eliminar resíduos orgânicos, como folhas que caem na piscina, e, claro, sempre lembrar de tomar uma ducha antes de entrar na água.

Fonte: Pool Rescue; Portal HTH; Henrimar.

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Origem da palavra piscina


O termo piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe” e, de acordo com os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

Você sabia que a palavra piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe”? Isso porque, segundo os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

As primeiras piscinas de que se tem notícia foram grandes tanques encontrados em pirâmides do Antigo Egito, construções que mais se aproximariam do modelo de piscina atual. Prestavam-se à decoração, eram luxuosas e com designs deslumbrantes.

Tempos depois, durante a Idade Média, com a difusão do Cristianismo, piscinas eram utilizadas para rituais de batismo. As pessoas eram mergulhadas para purificação. Com o passar dos anos, as piscinas ou tanques das igrejas ficaram menores, virando pias batismais, mas a prática religiosa ganhou o gosto popular e os tanques foram adaptados ao lazer e à diversão.

No século XVII, já existiam balneários com piscinas públicas, mas a água não era tratada, por isso, os banhistas ficavam expostos a inúmeras doenças. O tratamento das piscinas veio com a evolução da natação. Os praticantes exigiam higiene, piscinas maiores e privacidade para os treinos, o que contribuiu para o desenvolvimento de tecnologias de tratamento e manutenção.

Hoje, há tratamento adequado para piscinas, e o cloro é o principal produto utilizado no tratamento da água. Além de eliminar matérias orgânicas, a substância acaba com bactérias e outros microorganismos nocivos à saúde do ser humano.

Fonte: Pool Piscina; Revista Piscina e afins.

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As vantagens do uso de cloro em piscinas em relação a outros produtos químicos


Há duas vantagens fundamentais. A primeira é a eficiência, pois o cloro mantém seu residual na água, o que impede contaminações posteriores. Tanto o ozônio como o ultravioleta, apesar de desinfetarem a água, não mantêm residual, o que significa que necessitam de aplicação contínua e controle de qualidade complexo. A segunda vantagem é o custo, já que o tratamento com esses produtos alternativos pode ser de 10 a 15 vezes mais caro do que o tratamento com cloro.

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Cloro, cloro ativo, cloro residual livre…Qual a diferença? Selecionamos um mini glossário para você conhecer um pouco mais sobre esses nossos aliados na limpeza e manutenção de piscinas:


Cloraminas – Subprodutos resultantes da reação do cloro com matérias orgânicas como suor, urina, cremes e outro resíduos presentes na água.    Elas aparecem quando a quantidade de cloro é inadequada e são as responsáveis pelo famoso “cheiro de piscina”, causando irritações nas vias respiratórias em  pessoas mais suscetíveis. Vale lembrar que piscinas tratadas corretamente não têm odor.

Cloração de choque ou supercloração – Como o nome já diz é a adição de cloro à água em quantidade acima do normal para tratamento de piscinas em valores acima de 10 ppm (partes por milhão). É usado para eliminar as matérias orgânicas e cloraminas presentes na água.

Cloro ativo – É um valor que indica, em porcentagem, a quantidade de cloro em uma substância que pode formar ácido hipocloroso quando dissolvido em água. Esse ácido é o verdadeiro agente desinfetante, independentemente do composto original de cloro que adicionamos à água da piscina.

Cloro residual livre – Quando fazemos a cloração da água, parte do cloro é consumida em reações com substâncias orgânicas e inorgânicas normalmente presentes na água da piscina, e parte é consumida na destruição de microorganismos. Ao final desse processo, deve sobrar um residual de cloro, chamado de cloro residual livre, que protege a piscina contra novas contaminações.

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