Direto da Argentina

As praias de Guarapari, Marataízes e Anchieta, no Espírito Santo, já começaram a receber visitas ilustres. São os pinguins da Patagônia, na Argentina, que se perdem nas correntes marítimas do Atlântico Sul e acabam encalhados nas praias brasileiras. Por falta de informação, as pessoas recolhem o animal e o coloca em caixas de isopor com gelo ou levam para freezers e geladeiras, causando hipotermia e, consequentemente, a morte das aves.

A bióloga do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram), Renata Bhering, explica que os pinguins precisam ser aquecidos para sobreviver, pois os da Patagônia são pinguins que não vivem no gelo. Renata destaca ainda que quando as aves encalham, estão muito fracas, com temperatura abaixo do normal, e colocando no gelo ocasionaria a certeza de morte. O ideal depois de resgatar o animal é levá-lo para o Ipram ou para a Polícia Ambiental, onde são colocados em piscinas com água em temperatura ambiente. O Ipram disponibiliza um telefone 24h para atendimento – (27) 9865-6975.

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