Wakeboard na piscina (e na madrugada!)

Os 350 km que separam Belo Horizonte da represa mais próxima sempre foram um empecilho para Antônio Teixeira praticar seu esporte favorito, wakeboard, no qual o atleta se equilibra em uma prancha enquanto é puxado por um barco. Para superar essa distância, Antônio usou sua criatividade, uma piscina semi-olímpica (25 m) e um motor especial, chaamdo de “guincho”.

O motor é usado para simular o movimento do barco, além de produzir ondas, que servem como base para uma série de manobras. Como a piscina é da academia de um amigo, ela só pode ser usada durante a madrugada. Bóias e brinquedos usados nas aulas infantis são usados como obstáculos.

Mesmo com tanta improvisação, quem já praticou wake na piscina garante que a nova modalidade não deixa nada a dever para a original: “Pode parecer clichê, mas fiquei de cabeça feita mesmo sem tantas possibilidades de manobra. O simples fato de praticar wake em um novo lugar, com muita mais liberdade, me inspirou a continuar essa busca (por novas manobras)”, diz a jornalista Teca Fagundes.

 

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