Ducha e exame médico ajudam a evitar transmissão de doenças


Quem  tem piscina em casa ou no prédio não tem obrigação legal de cumprir as normas de higiene previstas para os banhistas. Mas é recomendável que os usuários tomem uma ducha antes de entrar na piscina para eliminar impurezas que estão no corpo e que podem afetar a qualidade da água.

No caso das piscinas coletivas, como clubes e academias, tomar uma ducha é uma exigência legal que precisa ser seguida à risca.  Além disso, para preservar a saúde dos frequentadores da piscina, o banhista precisa fazer exame médico regularmente.

O exame médico é importante para evitar que usuários com problemas de pele contaminem outros banhistas em lugares com água parada, como o lugar de lavar os pés, o entorno da piscina e até mesmo o vestiário.  O problema, portanto, não está na água da piscina – o tratamento químico com cloro combate microorganismos que podem causar doenças.

Fonte: Piscina sem lágrimas

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Natação contribui para a longevidade


A prática de exercícios é essencial para todas as idades, mas com o tempo o corpo exige maiores cuidados devido à perda de massa muscular e massa óssea. Por ser uma atividade segura e de baixo impacto, a natação, quando acompanhada por profissionais experientes, não oferece risco à saúde dos idosos.  Ela promove estímulos ao corpo, ajudando na locomoção, musculatura e respiração. O nado auxilia idosos que já não podem mais realizar exercícios de grande impacto, mas que não abrem mão da prática de exercícios físicos.

A natação aumenta a resistência e faz com que o corpo demore mais para sentir cansaço.  Uma das grandes vantagens é que a natação não prejudica as articulações, que tendem a ficar mais frágeis com a idade. Esse é um dos principais motivos pelos quais as atividades realizadas na piscina são tão indicadas para idosos – o  corpo sente menos o impacto da gravidade dentro da água,  diminuindo o peso total sem sobrecarregar as articulações. A prática é fundamental para diminuir os riscos de lesões e fraturas, comuns na terceira idade.

Para que possam usufruir de todos os benefícios proporcionados pela natação, é fundamental que a prática seja acompanhada por um profissional, de modo a monitorar os movimentos e a evolução de cada um.

Fonte: Progama Bem Estar, portal Saúde Brasil e Pratiquefitnesse

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Piscina limpa é piscina sem cheiro


Você já deve ter sentido ou ouvido alguém comentar  que o “cheiro forte de cloro” incomoda ou provoca irritação na pele e nos olhos.  Na verdade, o “cheiro” é resultado da reação do cloro com a urina e com o suor dos banhistas, uma vez que o ácido hipocloroso – o cloro usado na piscina –  é inodoro.  Em concentrações até 20ppm (partes por milhão) ele não tem cheiro e, no caso de piscinas, o máximo recomendado é de 3ppm.

Para manter sua piscina sempre limpinha, monitore constantemente a quantidade de cloro e do pH da água. O pp ideal é de 7,2 a 7,6 e os níveis de cloro devem estar entre uma e três partes por milhão ( 1,0 a 3,0 ppm).

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Como é o tratamento de piscinas aquecidas


Por causa do sistema de aquecimento da água, o tratamento e os cuidados são diferentes de uma piscina sem aquecimento.

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros sempre que preciso. Quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ocorrer a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão ser  feitas uma vez por dia.

PH

Com o calor, o PH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada três dias, mas na piscina é aquecida essa medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de PH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade fique impregnada na superfície e difícil de ser removida, é preciso aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante eliminar resíduos orgânicos, como folhas que caem na piscina, e, claro, sempre lembrar de tomar uma ducha antes de entrar na água.

Fonte: Pool Rescue; Portal HTH; Henrimar.

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Origem da palavra piscina


O termo piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe” e, de acordo com os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

Você sabia que a palavra piscina vem do latim “pisces”, que significa “peixe”? Isso porque, segundo os registros históricos, nas casas romanas as piscinas eram utilizadas para criação de peixes e não para o uso como conhecemos hoje.

As primeiras piscinas de que se tem notícia foram grandes tanques encontrados em pirâmides do Antigo Egito, construções que mais se aproximariam do modelo de piscina atual. Prestavam-se à decoração, eram luxuosas e com designs deslumbrantes.

Tempos depois, durante a Idade Média, com a difusão do Cristianismo, piscinas eram utilizadas para rituais de batismo. As pessoas eram mergulhadas para purificação. Com o passar dos anos, as piscinas ou tanques das igrejas ficaram menores, virando pias batismais, mas a prática religiosa ganhou o gosto popular e os tanques foram adaptados ao lazer e à diversão.

No século XVII, já existiam balneários com piscinas públicas, mas a água não era tratada, por isso, os banhistas ficavam expostos a inúmeras doenças. O tratamento das piscinas veio com a evolução da natação. Os praticantes exigiam higiene, piscinas maiores e privacidade para os treinos, o que contribuiu para o desenvolvimento de tecnologias de tratamento e manutenção.

Hoje, há tratamento adequado para piscinas, e o cloro é o principal produto utilizado no tratamento da água. Além de eliminar matérias orgânicas, a substância acaba com bactérias e outros microorganismos nocivos à saúde do ser humano.

Fonte: Pool Piscina; Revista Piscina e afins.

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As vantagens do uso de cloro em piscinas em relação a outros produtos químicos


Há duas vantagens fundamentais. A primeira é a eficiência, pois o cloro mantém seu residual na água, o que impede contaminações posteriores. Tanto o ozônio como o ultravioleta, apesar de desinfetarem a água, não mantêm residual, o que significa que necessitam de aplicação contínua e controle de qualidade complexo. A segunda vantagem é o custo, já que o tratamento com esses produtos alternativos pode ser de 10 a 15 vezes mais caro do que o tratamento com cloro.

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Confira três dicas essenciais para manter a água sempre limpinha


  • Por que o cloro precisa ser testado diariamente?

É importante que o teor de cloro seja mantido entre 1 e 3 ppm (partes por milhão). Uma série de agentes pode diminuir o teor de cloro na piscina, comoa luz solar, sujeira, suor, óleos de bronzear, urina, cosméticos etc. Os kits para fazer a medição podem ser encontrados em lojas de piscinas.

  • Por que o pH é importante?

Em primeiro lugar,  porque a capacidade de o cloro matar os microorganismos depende do índice de pH da piscina e, segundo, porque o corpo das pessoas tem pH entre 7,2 e 7,6. Se a água não estiver dentro desta faixa, os nadadores vão começar a sentir irritação na pele e nos olhos.

  • O que causa irritação na pele e nos olhos?

O problema costuma aparecer quando o pH está fora da faixa ideal (entre 7,2 e 7,6) ou quando há excesso de cloraminas. Excesso de cloro também pode causar irritação, por isso é importante manter os teores entre 1,0 e 3,0 ppm.

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