Você sabia que o tratamento da piscina aquecida é diferente da piscina fria?


No inverno o uso da piscina aquecida é maior. Afinal, é uma opção para quem quer manter a prática de atividades aquáticas no tempo frio. Mas é bom saber que a água aquecida requer mais cuidados e atenção. Para começar, a diferença no tratamento entre uma piscina aquecida e uma piscina fria é a quantidade de cloro a ser aplicada, pois as piscinas aquecidas exigem maior quantidade de cloro em função da sua decomposição mais rápida. Daí a necessidade de reduzir o intervalo entre uma cloração e outra.

piscina aquecida

Confira outras dicas de tratamento:

Cloro

Assim que o sistema de aquecimento for instalado, é necessário fazer medições do cloro para corrigir os parâmetros sempre que preciso e quando a água se estabilizar e mantiver os parâmetros do cloro, a medição pode ocorrer a cada 12 horas. Se a estabilidade continuar, as verificações poderão passar para uma vez por dia.

Evaporação da água

Em piscinas com sistema de aquecimento, a água evapora mais rapidamente, o que requer a reposição de água com mais frequência.

Algas

Ambientes fechados e quentinhos favorecem a proliferação de algas e microorganismos.   Por isso, é necessário redobrar a atenção para evitar o problema.

PH

Com o calor, o PH da água tende a se elevar. Em piscinas frias, é possível medir o PH a cada 3 dias, mas numa piscina é aquecida essa  medição deve ser diária. Se, depois de medir o PH, for constatado que ele está elevado, é preciso utilizar um redutor de PH.

Bordas da piscina

As piscinas aquecidas estimulam a produção de suor nos banhistas, e isso faz com que as bordas acumulem oleosidade. Para evitar que essa oleosidade torne-se difícil de ser removida é  necessário aumentar o uso de limpa-bordas.

Além desses cuidados, é importante ainda eliminar resíduos orgânicos, como folhas, que caem na  piscina e tomar uma ducha antes de entrar na água.

 

Fonte: Pool Rescue; Portal HTH; Henrimar.

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Ana Marcela encerra participação brasileira no Pan-Pacífico com bronze


O Brasil garantiu mais um pódio na última disputa do Pan-Pacífico. Na disputa da maratona aquática, Ana Marcela Cunha, de 26 anos, dominou a prova, mas foi ultrapassada na última volta pelas nadadoras Haley Anderson, dos EUA, e Kareena Lee, da Austrália, ficando com o terceiro lugar e a medalha de bronze.

Ana Marcela Cunha foto twitter CBDA

Foto: Twitter CBDA

Além de Ana Marcela, a equipe masculina de revezamento 4×100 livre conquistou ouro no sábado, mas de maneira inusitada. A  equipe americana, que havia vencido a disputa, foi desclassificada por trocar a ordem dos nadadores que foi apresentada antes da prova.

O Pan-Pacífico terminou nesta terça-feira (14) e o Time Brasil encerra sua participação com cinco medalhas (um de ouro, uma de prata e três de bronze). Um bom resultado para a competição mais importante do ano.

 

Fonte: Globoesporte.com

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Brasil estreia com medalha de bronze no Pan-Pacífico 2018


A seleção brasileira de natação começou a sua participação no Pan-Pacífico 2018 com conquistas. Na competição que está sendo realizada em Tóquio, no Japão, o atleta João Gomes Júnior faturou um bronze para o Brasil nos 100m peito. Ele é o atual vice-campeão Mundial na modalidade 50m peito.

joao gomes - cbda divulgação

(Foto: CBDA/Divulgação

Com 59s60, o brasileiro terminou com o terceiro lugar nas finais, ficando atrás do japonês Yasuhiro Koseki (59s08), que conquistou o ouro, e o australiano Jake Packard (59s20), que levou a medalha de prata.

Gomes, de 32 anos, é o atleta mais experiente da delegação do Brasil – o mais velho depois dele tem 26 anos. Com uma média de 22,7 anos, o time nacional é uma das equipes mais jovens da competição.

Dos 16 atletas  brasileiros que estão participando do Pan-Pacífico, outros seis também disputaram finais no primeiro dia de competição: Larissa Oliveira, Fernando Scheffer, Luiz Altamir, Brandonn Almeida, Leonardo Santos e Guilherme Costa.

Fonte: CBDA e Globoesporte.com

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Na piscina chinesa sempre cabe mais um


Você já viu um mar de gente? Então, que tal dar uma olhada nesta piscina de ondas gigantes, na China? Com capacidade para 10 mil pessoas, ela fica no parque aquático Dead Sea Holiday e já se tornou famosa.

Piscina na china - foto stringer reuters

Foto: Stringer/Reuters

Os banhistas disputam cada milímetro na água. Mas os chineses não deixam isso atrapalhar o divertimento. Para se refrescarem, eles vão se amontoando aqui e ali, com as suas boias coloridas e, no final, todo mundo consegue aproveitar a piscina no verão.

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Menino com nome de super herói bate recorde de Michael Phelps


O menino norte-americano Clark Kent Apuada, apelidado por razões óbvias de SuperMan,  de 10 anos,  bateu o recorde do medalhista olímpico Michael Phelps de 23 anos atrás, ou seja, ele tinha a mesma idade.  O recorde de Phelps foi atingido quando o nadador ainda disputava competições pela categoria sub-10, na modalidade 100m borboleta.

clark-kent-apuada REPRODUÇÃO

Foto: Reprodução

Kent atingiu o tempo de 1m9s38 no último final de semana, mais de 1 segundo a frente da marca de Phelps de 1m10s48, em 1995,  o que o credencia como a nova promessa da natação.  O dono de 28 medalhas olímpicas parabenizou o pequeno super herói  pelo excelente desempenho nas piscinas. “Meus parabéns a Clark Kent por destruir esse recorde. Siga em frente, cara. Sonhe grande!”.

Fonte: CNN

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Você sabia? Cuidados práticos com a piscina


O cloro é muito importante para a segurança dos banhistas, especialmente em piscinas públicas.Você sabia que o nível residual do cloro considerado ideal para combater e prevenir eventuais contaminações da água da piscina é de 1ppm a 3ppm.

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Piscina limpa é piscina sem cheiro


É comum as pessoas dizerem que o “cheiro forte de cloro” incomoda ou provoca irritação na pele e nos olhos. Na verdade, o mau cheiro é resultado da reação do cloro com a urina e do suor dos banhistas, uma vez que o ácido hipocloroso – que é o cloro da piscina – não tem cheiro em concentrações até 20ppm (e o máximo recomendado na piscina é de 3ppm).

Urina e suor liberam amônia na água, e a amônia reage com o cloro, formando cloroaminas.

pool2

Quando há uma concentração muito alta de cloroaminas, é preciso fazer a hipercloração, pois esse tratamento elimina os microorganismos da água, oxida a matéria orgânica e os metais nela dissolvidos, inibe odores desagradáveis e previne a transmissão de diversas doenças infecciosas, como hepatite, otite, micoses, cólera, doenças venéreas etc.

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