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Xixi e cloro de piscina podem causar problemas respiratórios


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Estudo de cientistas chineses aponta que o hábito de fazer xixi na piscina pode causar problemas na saúde, incluindo dificuldades respiratórias. Esses problemas acontecem porque a mistura da urina com o cloro faz com que processos químicos causem prejuízo ao corpo, segundo o site inglês Daily Mail.

Os cientistas analisaram diversas amostras de água de piscinas diferentes e, com a utilização de produtos químicos, mostravam quais tinham suor e urina. As que estavam com ácido úrico reagiram de forma severa com o cloro usado na limpeza das piscinas. A reação dava origem à moléculas de cloreto de cianogênio, composto que pode afetar o pulmão, coração e sistema nervoso central, caso seja inalado. O composto químico pode ainda causar coceira nos olhos, coriza e perda de voz.

Para o grupo de cientistas responsável pelo estudo, se os nadadores pararem de urinar na piscina, as qualidades da água e do ar melhoram, independente dos outros tratamentos que a piscina recebe.

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Cloro pode afetar sua visão?


O artigo “Does Chlorine Affect Your Vision” (“Cloro pode afetar sua visão”), recentemente publicado pelo jornal norte-americano The Wall Street Journal oferece excelentes conselhos a nadadores sobre como evitar doenças nos olhos, como a conjuntivite. Para o físico e funcionário da área de saúde Ralph Morris, que analisa o artigo, tratar a água de piscina com cloro vai além de prevenir conjuntivite viral ou bacteriana. A ideia por trás do cloro é oferecer mais conforto aos olhos, à pele e ao sistema respiratório de quem vai nadar.

Morris diz, ainda, que com o pH entre 7.2 e 7.8 e com os níveis de cloro entre uma e três partes por milhão, tanto a eliminação dos germes quanto o conforto de quem está na água são otimizados. Por essa razão, é importante monitorar com frequência o PH da água e os níveis de cloro.

 

Objetivo do cloro nas piscinas é reduzir a quantidade de germes

Objetivo do cloro nas piscinas é reduzir a quantidade de germes

 

Água tratada pode matar germes na piscina, mas deixa seus olhos vulneráveis

Por Heidi Mitchell

Você passa o verão nadando e mergulhando na piscina, mas será que todo esse tempo em água tratada pode prejudicar seus olhos? A optometrista Glenda Secor, presidente da seção de lentes de contato e córnea da Associação Americana de Optometria (American Optometric Association’s) tem uma visão crítica sobre o tema.

Exposição de longo prazo

Pessoas têm contato com água clorada há gerações – na verdade, a água que sai da torneira de muitas comunidades é clorada. Ainda assim, nunca foram documentadas evidências de que a exposição contínua ao cloro diluído possa causar danos permanentes aos olhos, afirma Glenda Secor.

“O objetivo do cloro nas piscinas é reduzir a quantidade de germes para algo que possa ser suportado pelos olhos sem muitos danos”, diz a optometrista. “Mas existem diversos fatores que interferem na eficácia do cloro – quando foi adicionado à água, o volume em proporção à quantidade de água, o quão contaminada está a água, com que frequência a piscina é usada; quantas pessoas estão nela ao mesmo tempo.” Tudo isso pode resultar em um alto número de germes.

No curto prazo

Expor-se à água tratada durante qualquer período pode afetar os olhos temporariamente, afirma Glenda. Segundo ela, quando a córnea é submersa na água, o filme lacrimal (camada que protege a córnea) é removido. Isso deixa os olhos vulneráveis às bactérias que continuam na água clorada, uma vez que algumas não são eliminadas pelo cloro normalmente usado em piscinas.

O filme lacrimal “é nosso mecanismo de defesa natural”, explica a optometrista. “A proteína das lágrimas ajuda a reduzir infecções causadas por germes que por ventura ainda vivam na água. Quando a camada é eliminada, a córnea fica vulnerável a qualquer coisa.”

De acordo com a especialista, nadadores podem ter infecções oculares originadas de bactérias presentes na água clorada. Conjuntivite viral ou bacteriana é a infecção mais comumente contraída em piscinas. “Os tratamentos usados em piscinas não necessariamente eliminam tudo o que vive na água”, diz Glenda.

Olhos vermelhos e irritação são reações típicas da submersão em água clorada. Outro efeito comum é a visão temporariamente embaçada, resultado da dilatação da córnea. Esses sintomas desaparecem rapidamente, assim que o filme lacrimal voltar ao normal – o que depende do tempo de exposição à água com cloro –, embora o processo possa levar mais tempo em pessoas mais velhas. “Colírios lubrificantes ajudam a eliminar dos olhos qualquer resíduo da água quimicamente tratada, além de reconstituir o filme lacrimal mais rapidamente”, explica a especialista.

Atenção às lentes

Usuários de lentes de contato enfrentam outros problemas, e o mais irrelevante é a perda delas. A optometrista Glenda Secor diz que uma séria infecção ocular, chamada acanthamoebic keratitis, causada por uma determinada espécie de ameba, foi diagnosticada em pessoas que nadam usando lentes de contato, as quais podem absorver água ou prendê-la sob as lentes. Ela diz, ainda, que a acanthamoebic keratitis pode causar úlcera na córnea ou até mesmo cegueira. “Sempre digo aos meus pacientes para tirar as lentes de contato e enxaguá-las. Eles não devem dormir com as lentes, mesmo se tiverem permissão para tal, caso tenham nadado em águas de qualquer espécie.”

Óculos de proteção

O cloro da piscina se dissipa ao longo do tempo – no primeiro dia é mais forte que no sétimo –, e não há como saber sua intensidade na água, a não ser por meio de testes. Um modo de prevenir problemas é com o uso de óculos de proteção. “Nadar com óculos de proteção vai manter o filme lacrimal protegido”, diz Secor, que mora perto de uma praia, mas não nada no oceano. “Mas se eu nadasse, também usaria óculos de proteção”. Segundo ela, a água salgada está cheia de contaminantes.

Correções e amplificações

Água clorada normalmente causa dilatação da córnea. Os efeitos da água clorada nos olhos desaparecem de acordo com o tempo de exposição – quanto menos expostos, mais rápido voltarão ao normal. Uma versão anterior deste artigo afirmava que água clorada causava desidratação da córnea e que os efeitos poderiam desaparecer em alguns minutos.

Uma versão deste artigo foi publicada em 3 de setembro de 2013, na página D3 da edição americana do The Wall Street Journal, sob o título “Burning Question: Does pool chlorine cause eye damage?”, ou “Questão ardente: cloro em piscinas causa dano aos olhos?”, em tradução livre.

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setembro 25, 2013 · 6:42 pm

Alerta em Campinas



A Secretaria de Saúde de Campinas (SP) informou nesta quinta-feira (09) que a cidade corre risco de epidemia de dengue no verão 2010/2011. Nos últimos cinco dias, foram registrados 19, 4 casos de dengue por dia na cidade. O número de casos saltou de 2.466 por dia em 04 de setembro para 2,5 63 no dia 09.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica, a falta de cuidados domésticos, como a manutenção de água parada em vasos nas residências, continua sendo um grande fator de proliferação do mosquito transmissor da doença, o aedes aegypt.

Para evitar a doença, mantenha sempre pneus, vasos e piscinas sempre limpos com água sanitária.

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Menino Maluquinho no combate à dengue


O governo do Rio de Janeiro (Secretaria da Educação e Secretaria de Saúde e Defesa Civil) está contando com a ajuda do Menino Maluquinho para combater a dengue no estado.  E entre os inimigos que o pequeno herói está enfrentando estão as piscinas abandonadas.

Piscinas sem tratamento podem virar criadouros de mosquito da dengue. Entre nessa luta e ajude a combater a doença.

Veja o gibi completo aqui!!!

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Resposta rápida – Posso ficar doente por usar uma piscina?


Nadar é uma atividade saudável e divertida. Se a água da piscina receber tratamento adequado e for monitorada regularmente, dificilmente haverá qualquer tipo de problema.

No entanto, a água contaminada pode ser fonte de infecções ou micoses, entre outros tipos de irritações à saúde. Essas doenças causam sintomas muito variados, incluindo infecções na pele, ouvidos, olhos e vias respiratórias. A doença mais comum é a diarréia, segundo o U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC).

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Piscina abandonada em parque esportivo prejudica crianças na Venezuela


As instalações do Bolivar Park, localizado na Urbanização Vista Hermosa, foi abandonado pelas agências governamentais – anunciou ao jornal Nueva Prensa Guayana o líder regional Jesus “Chuchu” Flores. 

De acordo com Flores, o lugar é frequentado por cerca de 200 atletas, entre crianças e adolescentes, que correm risco de contaminação, uma vez que as piscinas locais não recebem tratamento há oito meses. A reportagem da Nueva Prensa de Guayana visitou o parque e verificou que a área da piscina está completamente abandonada. 

A água contaminada já afetou várias crianças do CEI Trina Reyes de Gamez, que tiveram dengue. Esta unidade de ensino anexa ao parque conta com 98 crianças alojadas internamente. 

Flores afirmou que o Instituto de Saúde Pública do Bairro  está ciente da situação apresentada pelo Bolivar Park e descreve como irresponsável a política do Instituto de Deportes del Estado Bolívar (Idebol), dada a situação de abandono das instalações desportivas locais.

Reportagem de Maria Isabel Medina B. / Fotos de Livio Quintero / Nueva Prensa Guayana

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Aberta temporada de piscinas no hemisfério norte!


A temporada piscina chegou no hemisfério norte. Nos Estados Unidos, para dar as boas vindas aos banhistas, o blog Healthy Pools entrevistou a microbiologista Joan Rose, Ph.D., da Michigan State University, e identificou quatro mitos da piscina que Rose garante que vale a pena corrigir: 

1: “O cheiro de químicos ao redor da piscina é um lembrete de que o cloro está presente na água para matar os germes.”

2: “Cloro na água da piscina torna o seu cabelo verde.”

3: “A água da piscina é desinfectada, então está tudo bem se os meu filho engolir um pouco.”

4: “Cabe apenas aos químicos e técnicos de tratamento manter piscinas saudável.”

O blog destaca que uma piscina saudável não tem odor químico forte – ela deve ser inodora. Além disso, não é o cloro, mas os metais como o cobre, utilizado para controlar algas ou o lodo em encanamentos, que deixa o cabelo verde. Beber a água da piscina não é recomendado, e os pais devem ensinar seus filhos a evitar, para prevenir doenças transmissíveis pela água como infecções intestinais. E, finalmente, todos os banhistas são responsáveis por manter a piscina limpa adotando bons hábitos de higiene.

Se você entende inglês, confira as informações no blog Healthy Pools.

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Arraiá contra a dengue


O movimento “Rio contra dengue“, do Governo estadual, está convidando os cariocas para aproveitar o mês de festas juninas promovendo o combate à dengue! Entre as dicas, há ideias inusitadas, como a criação de barraquinhas de informação sobre a doença entre as barraquinhas de comida, ou até mesmo a substituição dos peixes da pescaria por mosquitos da dengue: você pesca o mosquito e, além do brinde, ganha uma informação sobre como combater a proliferação do Aedes aegypt.

A multiplicação de iniciativas e a conscientização popular são as maiores armas que temos contra a dengue. Evite o acúmulo de água em locais como vasos de plantas, potes, garrafas, tampe bem a caixa d’água e não esqueça de tratar a piscina durante o inverno. Piscina sem tratamento pode se transformar em focode criação de mosquitos.

Entre nessa brincadeira: divulgue o combate à dengue em sua festa junina!!

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Entendendo a dengue


Dengue é uma doença séria, que pode levar à morte. E evitá-la é uma tarefa para todos nós. Manter a piscina limpa é apenas uma das ações que devemos realizar constantemente para evitar a proliferação do Aedes aegypt, o mosquito transmissor. Evitar o acúmulo de água em pneus, vasos de plantas, limpar e tampar a caixa d’água são outros exemplos…

Mas, você sabe o que é a dengue? Veja a explicação do Dr. Dráuzio Varella:

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Robinho no combate à dengue


O atacante Robinho, da seleção brasileira, vestiu a camisa da campanha contra a dengue. Ele participa de um comercial da prefeitura de Santos que incentiva os moradores da cidade a eliminar os focos da doença.

Santos é a cidade com maior números de registros de dengue na Baixada Santista, com 6.290 casos da doença e 20 óbitos. Guarujá registra 5.753 casos e 14 mortes. Nas cidades litorêneas, um dos focos de proliferação de mosquitos Aedes aegypt são as piscinas de casas de veraneio que, durante o inverno, deixam de ser tratadas. Lembre-se: a água da piscina deve ser tratada o ano todo. Colabore com a saúde!

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